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Um novo estudo afirma que uma dieta rica em frutas cítricas, como laranja, limão e abacaxi, pode reduzir o risco de derrame em mulheres. Na pesquisa, mulheres que comeram mais frutas cítricas tiveram um risco 19% menor de ter um acidente vascular cerebral isquêmico do que mulheres que comiam menos. Em um acidente vascular cerebral isquêmico, o fluxo sanguíneo para o cérebro é bloqueado, às vezes por entupimento das artérias. O estudo acompanhou 69.622 mulheres por 14 anos, com os participantes relatando a sua ingestão de alimentos (incluindo detalhes sobre o consumo de frutas e vegetais) a cada quatro anos. Os pesquisadores examinaram as dietas das mulheres, olhando para as seis principais subclasses de flavonoides – flavanonas, antocianinas, flavan-3-ols, polímeros de flavonoides, flavonóis e flavonas. Segundo os cientistas, flavanonas podem reduzir o risco de derrame através de vários mecanismos, incluindo a melhoria da saúde dos vasos sanguíneos e a contenção da inflamação. A NOVA PESQUISA Embora outros estudos tenham analisado os benefícios de comer frutas em geral, no novo estudo, os pesquisadores analisaram diferentes tipos de frutas. Pesquisas anteriores mostraram que os compostos chamados flavonoides encontrados nas frutas, e também em vegetais, chocolate e vinho tinto, poderiam beneficiar a saúde, mas nem todos os flavonoides parecem ter o mesmo efeito sobre o risco de derrame. No novo estudo, não havia nenhuma ligação entre o consumo de flavonoides em geral e o risco geral de AVC, ou derrame. Mas frutas cítricas contém um subgrupo de flavonoides, chamado flavanonas, e estes compostos é que foram relacionados com menor risco de AVC. As flavanonas podem ser encontradas em sucos cítricos, mas os cientistas recomendam comer mais frutas em vez de beber mais suco, porque sucos comerciais tendem a conter uma grande quantidade de açúcar. Além disso, estudos anteriores sobre consumo de frutas e risco de derrame tiveram resultados mistos. Por exemplo, um estudo descobriu uma ligação entre o aumento do consumo de frutas brancas como peras e maçãs e menor risco de derrame, mas não encontraram nenhuma ligação de frutas amarelas e alaranjadas. Mais estudos são necessários para confirmar a associação entre o consumo de flavanona e o menor risco de derrame. FONTE: MSN

Segundo um novo estudo do Instituto Karolinska, em Estocolmo (Suécia) e da Universidade de Bergen (Noruega), mulheres que demoram para ter filhos podem entrar em uma “zona de risco” de problemas já nos seus trinta e poucos anos – muito antes do que se pensava anteriormente. No pico de fertilidade (entre as idades de 17 e 25 anos), uma mulher sexualmente ativa tem 20% a 25% de chances de engravidar por mês. Aos 32 anos, a sua fertilidade começa a diminuir e, aos 40, cai pela metade. Nessa idade, ela também tem um maior risco de aborto espontâneo, complicações na gravidez, diabetes gestacional e defeitos de nascimento. Vários fatores afetam esses números, mas, no geral, a diminuição natural da quantidade de óvulos conforme as mulheres envelhecem é a causa que mais contribui para o declínio da sua fertilidade. Agora, a nova pesquisa afirma que o risco de problemas, como bebês prematuros e natimortos, aumenta em até 20% para as mulheres com somente 30 a 34 anos, em comparação com quem tem um filho em seus vinte e tantos anos. Mães de primeira viagem normalmente são informadas de que estão em alto risco de complicações somente se tiverem mais de 35 anos. No entanto, Ulla Waldenström, que liderou o estudo, disse: “Para nossa surpresa, encontramos um aumento absoluto no risco de efeitos negativos sobre os resultados da gravidez na faixa etária de 30 a 34, independentes dos efeitos do tabagismo e excesso de peso, que, quando combinados, conduzem a um risco ainda maior”. O novo dado é importante porque, na sociedade atual, com a introdução da pílula anticoncepcional e o aumento da educação e de oportunidades de carreira para as mulheres, mais e mais delas estão adiando ter filhos até depois dos trinta. A equipe de Waldenström analisou dados de cerca de um milhão de mães na Suécia e na Noruega. Os cientistas compararam os resultados de gravidez em mães com mais de 30 anos e mães de 25 a 29 anos, todas do primeiro filho. Os resultados mostraram que, para as mulheres em seus trinta e poucos anos, havia um risco um quinto maior de dar à luz prematuramente – durante 22 a 31 semanas de gravidez – ou ter um natimorto. Tabagismo e excesso de peso aumentaram os riscos de nascimento prematuro, morte fetal e mortalidade neonatal para o mesmo nível que o de mulheres com idades entre 35 a 39 anos. “Para as mulheres, individualmente, o risco é pequeno, mas para a sociedade em geral, haverá um número significativo de complicações ‘desnecessárias’ para muitas mulheres que têm filhos logo após os 30. Biologicamente, o melhor momento [para ter um filho] é provavelmente entre os 20 e 30 anos”, explica Waldenström. Segundo a pesquisadora, para mulheres que querem ter mais de um filho, a idade do primeiro é importante. Waldenström argumenta que o efeito fisiológico do envelhecimento do útero e da placenta provavelmente é a causa das taxas mais altas de complicações. FONTE:DailyMail

Um estudo descobriu que a ingestão de bebidas açucaradas está associada ao aumento do risco de câncer de endométrio em mulheres na pós-menopausa. Pesquisas anteriores descobriram a associação entre essas bebidas e o diabetes tipo 2. Entretanto, o novo estudo foi o primeiro a associá-las a um tipo específico de câncer de endométrio. Em 1986, 23.039 mulheres com idade média de 62 anos preencheram questionários sobre estilo de vida, histórico médico e dieta. Durante o ano de 2010, foram registrados 506 casos de câncer de endométrio tipo 1 e 89 casos do tipo 2, uma forma mais grave da doença. O estudo foi publicado online no periódico Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention e descobriu que, embora todos os tipos de açúcares aumentem o risco do câncer de endométrio tipo 1, as bebidas açucaradas produzem um efeito mais intenso. Após o controle de outros fatores, os pesquisadores descobriram que o risco era 74% maior para os participantes com nível mais elevado de consumo dessas bebidas em comparação com o grupo com nível menos elevado. "Não quero que as pessoas mudem seu comportamento com base nessas descobertas", afirmou Maki Inoue-Choi, principal autora do estudo e estudante de pós-doutorado nos Institutos Nacionais de Saúde. "Precisamos realizar mais estudos para confirmarmos essa associação. Todavia, eu aconselho às pessoas a seguirem as orientações de dieta e evitarem bebidas açucaradas". Em comparação com outros açúcares alimentares, os presentes nas bebidas geram aumentos e diminuições mais acentuadas dos níveis de glicose sanguínea. Essas oscilações podem influenciar no aumento do risco de câncer, especulam os pesquisadores. FONTE: The New York Times

Segundo uma nova pesquisa, uma dieta rica em certos compostos da soja, chamados isoflavonas, pode reduzir o risco de recorrência do câncer entre as mulheres que passaram por tratamento contra alguns tipos de câncer de mama. O estudo começou em 2002, na China, com 524 pacientes de idades entre 29 e 72 anos, que tinham sido diagnosticadas com câncer de mama em estágio inicial ou avançado, e que receberam terapia hormonal após cirurgia. Todas as mulheres tiveram câncer de mama receptor- positivo de estrógeno (ou seja, os tumores cresciam em resposta ao estrogênio), ou receptor-positivo de progesterona (as células cancerosas são alimentadas pela progesterona), ou ambos. As pacientes estavam sendo tratadas com tamoxifeno ou anastrozol, duas drogas destinadas a impedir o crescimento do tumor, afetando os níveis de estrógeno do organismo. Elas também preencheram um questionário que incluía perguntas sobre seu consumo de produtos de soja, incluindo soja, tofu, brotos de soja e farinha de soja. Os pesquisadores descobriram que a taxa de recorrência do câncer foi 12,9% mais baixa entre as pacientes cujas dietas foram maiores em isoflavonas (cerca de 42,3 miligramas por dia), em comparação com aquelas que consumiram menos (cerca de 15,2 mg por dia). Entre as mulheres na pós-menopausa que tomavam anastrozol, o efeito foi mais acentuado: a taxa de recorrência foi 18,7% mais baixa em mulheres que consumiram mais soja. A ligação entre os compostos de soja e o risco de câncer de mama não é totalmente compreendida. O que a pesquisa demonstrou é que os compostos da planta podem afetar os níveis de estrogênio no organismo. Porém, alguns estudos têm obtido resultados contraditórios: enquanto trabalhos parecem mostrar um efeito protetor da soja contra o câncer de mama, outros afirmam que os compostos podem aumentar o risco da doença em algumas mulheres. Por exemplo, pesquisas indicam que uma isoflavona da soja em especial, a genisteína, pode bloquear os efeitos do tamoxifeno e promover o crescimento de células do câncer receptor-positivo de estrogênio, provado em testes com ratos. De qualquer forma, essa pesquisa recente é consistente com outras descobertas sobre os efeitos benéficos do consumo elevado de compostos da soja, então os pesquisadores acreditam que o correto é aguardar mais estudos para confirmar os resultados. O estudo é particularmente importante, pois, segundo o Instituto do Câncer dos EUA, mais de 12% das mulheres nascidas hoje serão diagnosticados com câncer de mama em algum momento de suas vidas, o que aponta para a necessidade de tratamentos eficientes. FONTE: LiveScience

Gosta de comer lanches de padaria, como doces e croissants, e fast foods, como hambúrgueres, cachorros quentes e pizzas? Má notícia. Um novo estudo revela que consumidores desse tipo de alimento têm 51% mais chances de desenvolver depressão. Pior: gosta de comer bastante? Foi encontrada também uma relação com a quantidade. Isso significa que “quanto mais fast food você come, maior o risco de depressão”, afirma o líder do estudo, Almudena Sánchez-Villegas. “Mesmo comer pequenas quantidades já está ligado com uma chance significativamente maior de desenvolver uma depressão”, diz. A pesquisa acompanhou 8.964 participantes, que nunca tiveram depressão ou tomaram antidepressivos, durante seis meses. No fim, 493 foram diagnosticados com depressão ou começaram a tomar medicamentos. “Apesar de mais pesquisa ser necessária, a ingestão de alimentos de confeitarias e fast foods deveriam ser controlada tanto pela saúde do corpo quanto a mental”, comenta Sánchez-Villegas. Depressão afeta cerca de 121 milhões de pessoas no mundo. O estudo demonstra também que aqueles que comem mais comidas desse tipo têm mais tendência a serem solteiros, menos ativos e comer menos frutas, peixe, vegetais e azeite de oliva. Fumar e trabalhar mais de 45 horas por semana também fatores vistos nesse grupo. FONTE: MedicalXpress

Sempre foi a mais alta da turma? Uma nova pesquisa aponta que você deve tomar mais cuidado, já que mulheres mais altas possuem um risco um pouco maior de desenvolver câncer de ovário. Estudos anteriores já haviam revelado a ligação, mas ainda não havia evidência suficiente. A obesidade também é um fator relacionado ao risco. A mais recente analisou 47 estudos de 14 países, incluindo 25 mil mulheres com câncer de ovário e mais de 80 mil sem câncer. “Ao trazer as evidências mundiais juntas, foi possível ver que a altura é um fator de risco”, afirma a líder da pesquisa, Valerie Beral. “O câncer de ovário pode [também] ser adicionado à lista dos cânceres ligados à obesidade”, adiciona. A pesquisadora Sarah Williams afirma que o estudo produziu um quadro claro dos fatores que podem afetar o risco de uma mulher desenvolver câncer de ovário, e um deles era o tamanho corporal. “As mulheres podem reduzir o risco dessa e muitas outras doenças mantendo um peso saudável”, comenta. Como sempre, as recomendações incluem comer menos e melhor, e fazer atividades físicas. No caso da altura, se você comparar uma mulher de um metro e meio com uma de um metro e setenta, a diferença relativa de risco de câncer de ovário é de 23%. De acordo com os cientistas, uma diferença similar seria vista ao comparar uma mulher magra com uma acima do peso. FONTE:BBC

A parte ruim de estar acima do peso todo mundo conhece: há muito tempo os médicos sabem que a obesidade aumenta o risco de doenças cardíacas. A questão é que diversos estudos demonstraram que um elevado índice de massa corporal (IMC – relação entre peso e altura que define a obesidade) está associado com um menor risco de morrer de doença cardíaca e outras doenças crônicas, um fenômeno misterioso que tem sido conhecido como o “paradoxo da obesidade”. De acordo com uma nova pesquisa, o paradoxo é explicado pelo simples fato de que o IMC é uma medida muito falha de risco cardíaco. O tamanho da cintura oferece uma maneira muito mais precisa de predizer as chances de um paciente cardíaco morrer precocemente de um ataque cardíaco ou outras causas. Como em estudos anteriores, nos quais um IMC elevado foi associado com um menor risco de morte. Mas os pesquisadores descobriram que pacientes cardíacos com grande circunferência cintura-quadril – maior que 89 centímetros para as mulheres, ou 101 centímetros para os homens – eram 70% mais propensos a morrer durante o período de estudo do os com cinturas menores. A combinação de uma grande cintura e IMC elevado aumentou o risco de morte ainda mais. Os pesquisadores analisaram dados de quase 16.000 pacientes cardíacos que participaram de um de quatro estudos. Mais de um terço dos pacientes morreram durante os estudos, que variaram em duração de seis meses a mais de sete anos. Os cientistas controlaram idade, hipertensão, diabetes e outros fatores de risco para doenças cardíacas. Um IMC elevado foi associado com um risco 35% mais baixo de morte, mas quando os pesquisadores levaram em conta o tamanho das cinturas, uma cintura grande quase dobrou o risco de morte. A conclusão do estudo é, mais importante do que o peso, é a forma como a gordura é distribuída pelo corpo. Segundo os pesquisadores, medir o IMC não é inútil, mas é necessário ir além dele. Não é apenas a gordura; há a gordura boa e a má. E se ela está na barriga, ou em outros lugares. O IMC também não distingue entre gordura e músculo. Os pacientes cardíacos que levam uma vida sedentária podem ter uma queda no IMC conforme perdem massa muscular, enquanto os mais ativos podem ganhar peso e aumentar o seu IMC porque estão ganhando massa muscular magra. As descobertas também acrescentam peso para o debate em torno da relação de tipo de corpo e risco de desenvolver doenças cardíacas. Vários estudos têm sugerido que as pessoas com um corpo em forma de “maçã” (que acumulam gordura na barriga) são mais propensas a desenvolver doença cardíaca do que os com corpo em forma de “pera”. No estudo, os doentes do coração com corpos em forma de maçã e IMC na faixa normal estavam em maior risco de morrer mais cedo, o que significa que pacientes cardíacos com peso normal podem precisar perder peso na barriga. Por isso é tão importante que os cardiologistas meçam a circunferência da cintura dos pacientes, e não só seu IMC. E porque a gordura da barriga é tão ruim? Os cientistas dizem que ela tende a ser um sinal de gordura visceral (ou gordura que reúne em torno dos órgãos no abdômen). Essa gordura parece promover resistência à insulina e mau colesterol, e também pode aumentar a inflamação. E fique de olho: a genética desempenha um papel muito forte na cintura das pessoas. Os médicos estimam que cerca de 30% da população tem tendência a engordar em locais “indesejáveis”.Fonte:CNN

Cientistas americanos afirmam que a análise das unhas dos pés de uma pessoa pode indicar o risco de desenvolvimento futuro de câncer no pulmão.

Os especialistas da Universidade de San Diego, na Califórnia, descobriram que é possível analisar os níveis de nicotina em pedaços de unhas cortadas.

A pesquisa, publicada na revista especializada American Journal of Epidemiology, afirma que unhas dos pés que crescem lentamente podem funcionar como um medidor da exposição crônica ao fumo.

Segundo o estudo, as unhas dos pés não servem apenas para avaliar o risco de câncer no pulmão entre fumantes, mas também entre os não fumantes.A pesquisa concluiu que homens com os níveis mais altos de nicotina nas unhas dos pés tinham risco três vezes maiores de desenvolver a doença do que aqueles com níveis mais baixos.

Fumo passivo

Os pesquisadores americanos analisaram 840 homens, alguns com câncer no pulmão e outros sem a doença. Alguns dos homens com os níveis mais altos de nicotina nas unhas eram não fumantes que, possivelmente, foram expostos à nicotina através do fumo passivo.

O câncer de pulmão é o tipo de câncer mais comum no mundo, com 1,61 milhão de novos casos diagnosticados a cada ano.A grande maioria dos casos desta doença são causados pelo fumo.


Pessoas mais altas têm maior risco de desenvolver câncer ao longo da vida, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford.

De acordo com os resultados, a cada dez centímetros a mais de altura, o risco de ter um dos dez tipos mais comuns de câncer aumenta em 16%. O estudo, publicado na revista científica Lancet Oncology, acompanhou 1,3 milhão de mulheres de meia-idade na Grã-Bretanha, entre 1996 e 2001.

Entre as mulheres mais baixas (com menos de 1,52 m), foram registrados 750 casos de câncer por grupo de 100 mil por ano, enquanto entre as de altura mediana (1,62 m) o número subiu para 850 casos de câncer , e no grupo mais alto (1,75 m), houve 1 mil casos.

Mulheres e homens

Os tipos de câncer que seriam afetados pela altura são de cólon, retal, melanoma maligno, mama, útero, ovário, rim, linfoma, linfoma não-hodgkin e leucemia.

Apesar de o estudo ter analisado apenas dados de mulheres, os pesquisadores dizem que a relação com a altura também está presente nos homens. Eles reuniram outras dez pesquisas que mostravam resultados similares com homens.

"Claro que a altura em si não pode afetar o câncer, mas pode ser um indicador para outra coisa", diz a responsável pela pesquisa, Jane Green, da Universidade de Oxford.

Especialistas acreditam que a explicação pode estar na quantidade de hormônios de crescimento presentes na infância, que poderiam influenciar dois fatores.

O primeiro é o número de células. Pessoas mais altas têm mais células no corpo, logo há mais células que podem sofrer mutações, o que levaria ao câncer.

Outra possibilidade é que os hormônios aumentem a taxa de divisão celular, o que aumentaria o risco de câncer.Mas os pesquisadores admitiram não saber ao certo a razão por trás dos resultados.

Estilo de vida

A diretora de informação da ONG Cancer Research UK, Sara Hiom, acredita que não há razão para alarde.

"Pessoas altas não precisam se alarmar com estes resultados. A maior parte das pessoas não é muito mais alta ou baixa que a média, e a altura delas vai ter apenas um pequeno efeito no seu risco individual de câncer", diz ela.

"Não podemos controlar nossa altura, mas há várias escolhas de estilo de vida que as pessoas podem fazer que, como sabemos, podem ter um grande impacto na redução do risco de câncer, como parar de fumar, beber moderadamente, manter um peso saudável e ter uma vida ativa."

Fonte: BBCNEWS

Como Conquistar um Homem