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O Sol aquece nosso planeta todos os dias, fornecendo a luz que nos possibilita enxergar e que é absolutamente necessária para a existência de vida na Terra. Neste artigo, aprenderemos sobre o mundo fascinante da nossa estrela mais próxima, veremos quais são as partes do Sol, a forma surpreendente como produz luz e calor e suas principais características. Pelo fato de vermos o Sol todos os dias, a tendência é achá-lo comum e não lhe darmos o devido valor. Mas se pensarmos bem, surgem várias dúvidas: Se o Sol está no vácuo do espaço, como ele queima? O que impede que todo aquele gás vaze para o espaço? Qual é o tamanho do Sol? Por que acontecem explosões solares? Quando ele vai deixar de queimar? O Sol é como as outras estrelas? As respostas a essas perguntas são o que faz do Sol algo tão interessante! O Sol é uma estrela, como todas as outras que vemos no céu à noite. A diferença é a distância. As outras estão a anos-luz de distância, ao passo que o Sol está apenas a 8 minutos-luz de distância (milhares de vezes mais próximo). Oficialmente, o Sol é classificado como uma estrela do tipo G2 com base na sua temperatura e nos comprimentos de onda ou espectro de luz que emite. Ele é uma estrela "média", é apenas uma entre bilhões que orbitam o centro da nossa galáxia. O Sol está "queimando" há mais de 4,5 bilhões de anos, e deve continuar por mais alguns bilhões. É composto de uma grande quantidade de gás, principalmente hidrogênio e hélio. Por ser tão grande, sua gravidade é imensa, o suficiente para a força gravitacional segurar todo aquele hidrogênio e hélio (e para manter todos os planetas nas órbitas à sua volta). O Sol não "queima" como um pedaço de madeira queimaria. Na verdade, ele é um reator gigante. AS PARTE DO SOLO Sol é feito de gás e não possui uma superfície sólida, como a Terra. No entanto, tem uma estrutura definida. As três principais zonas no interior do Sol estão apresentadas na metade superior da Figura 1: centro ou núcleo zona radiativa zona conectiva

Foto cedida pelo consórcio SOHO. O SOHO é um projeto de cooperação internacional entre a Agência Espacial Européia (ESA) e a Administração Nacional para a Aeronáutica e o Espaço (NASA). Figura 1. Visão geral das partes do Sol. As imagens da explosão, das manchas solares e da proeminência foram todas captadas do SOHO. Acima da superfície do Sol está sua atmosfera, composta de três partes, conforme mostra a parte inferior da Figura 1: fotosferacromosferacoroa ou corona: a camada externa extremamente quente que está a milhões de quilômetros distante da cromosfera. Veremos que todas as principais características do Sol podem ser explicadas pelas reações nucleares que geram a sua energia, os campos magnéticos que são causados pela movimentação dos gases e a imensa gravidade. O INTERIOR DO SOLA metade superior do Sol consiste de três áreas principais: o núcleo e as zonas radiativa e convectiva. NÚCLEOO núcleo começa no centro e ocupa 25% do raio de circunferência do Sol. Ali, a gravidade puxa toda a massa para o interior e cria uma pressão intensa. A pressão é forte o bastante para forçar os átomos de hidrogênio a se unirem em reações de fusão nuclear. Quatro átomos de hidrogênio se combinam para criar hélio-4 e energia em várias etapas: dois prótons se combinam para formar um deutério (um átomo de hidrogênio com um nêutron), um pósitron (semelhante a um elétron, mas com carga positiva) e um neutrino; um próton e um átomo de deutério se combinam para formar um átomo de hélio 3 (dois prótons com um nêutron) e um raio gama; dois átomos de hélio 3 se combinam para formar um hélio 4 (dois prótons e dois nêutrons) e dois prótons. Essas reações são responsáveis por 85% da energia do sol, os outros 15% vêm das seguintes reações: um hélio-3 e um hélio-4 se combinam para formar o berílio 7 (quatro prótons e três nêutrons) e um raio gama; um berílio-7 captura um elétron para se tornar um lítio-7 (três prótons e quatro nêutrons) e um neutrino; o lítio-7 se combina a um próton para formar dois átomos de hélio-4. Os átomos de hélio-4 têm menos massa que os quatro átomos de hidrogênio que iniciaram o processo. A diferença de massa foi convertida em energia conforme descreve a teoria da relatividade de Einstein: (E=mc2). A energia é emitida em diversas formas de luz (raio ultravioleta, raios X, luz visível, infra-vermelho, microondas e ondas de rádio). O Sol também emite partículas energizadas (neutrinos e prótons) que compõem o vento solar. Esta energia chega à Terra, aquecendo o planeta, definindo o clima e fornecendo energia para que haja vida. A maior parte da radiação solar ou do vento solar é inofensiva para nós porque a atmosfera terrestre nos protege. Segundo ilustra a Figura 2, podemos utilizar telescópios especiais que estão a bordo do satélite SOHO para ver os vários comprimentos de onda da luz que o sol emite e captar imagens para que os cientistas possam estudar.
Foto cedida pelo consórcio SOHO. O SOHO é um projeto de cooperação internacional entre a ESA e a NASA. Figura 2. Imagem composta de todos os instrumentos do SOHO. A imagem interior do Michelson Doppler Imager (MDI) ilustra os rios de plasma que estão debaixo da superfície. A imagem da superfície foi capturada com o extreme ultraviolet imaging telescope (EIT) em 304 ângstroms. Ambas as imagens foram sobrepostas em uma imagem do Large Angle Spectroscopic Coronograph (LASCO) C2, que bloqueia o Sol para que seja possível visualizar a coroa. A imagem mostra a abrangência da pesquisa do SOHO desde o interior do Sol até a coroa externa. ZONA RADIATIVAA zona radiativa compõe 55% do raio de circunferência do Sol, desde o núcleo. Nesta zona, a energia do núcleo é conduzida para fora pelos fótons. Depois de criado o fóton, ele viaja cerca de 1 mícron (1 milionésimo de metro) antes de ser absorvido por uma molécula de gás. Depois da absorção, a molécula de gás é aquecida e emite novamente outro fóton no mesmo comprimento de onda, esse fóton reemitido viaja mais um mícron antes de ser absorvido por outra molécula de gás e o ciclo se repete, cada interação entre fóton e a molécula de gás leva tempo. Cerca de 1025 absorções e reemissões acontecem nesta zona antes que o fóton chegue à superfície. Há um longo intervalo de tempo entre o fóton criado no núcleo e o que alcança a superfície. ZONA CONVECTIVAA zona convectiva, que são os 30% finais do raio de circunferência do Sol, é dominada por correntes de condução de calor que levam a energia para o lado externo da superfície. Essas correntes de condução de calor são movimentos ascendentes de gás quente ao lado dos movimentos descendentes de gás frio, como se colocasse purpurina em uma panela de água em fervura lenta. As correntes de convecção de calor carregam fótons para o lado externo da superfície com mais velocidade do que a transferência radiativa que ocorre no núcleo e na zona radiativa. Com tantas interações ocorrendo entre fótons e moléculas de gás nas zonas radiativa e de convecção de calor, um fóton leva cerca de 100 mil a 200 mil anos para chegar à superfície! FATOS SOBRE O SOL Distância média da Terra = ~150 milhões de quilômetros. Raio = 696 mil quilômetros. Massa = 1,99 x 1030 kg (330 mil vezes a massa da Terra). Composição (da massa) = 74% de hidrogênio, 25% de hélio, 1% de outros elementos. Temperatura média = 5.800 kelvins ou ~5.500 ºC (superfície), ~15,5 milhões de kelvins (núcleo). Densidade média = 1,41 gramas por cm3. Período rotacional = 25 dias (equador) a 35 dias (pólos). Magnitude = -26,8 (aparente), +4,8 (absoluto) A magnitude aparente se refere ao brilho da estrela no céu a partir do nosso ponto de observação na Terra. A magnitude absoluta é o brilho real da estrela caso todas as estrelas estivessem à mesma distância da Terra. Quanto menor o número, mais brilhante é a estrela. Distância do centro da Via Láctea = 25 mil anos-luz. Velocidade e período orbital = 230 quilômetros por segundo e 200 milhões de anos. A ATMOSFERA DO SOL Acima da superfície do Sol está sua atmosfera, composta de três partes, conforme mostra a metade inferior da Figura 1: fotosfera cromosfera coroa: camada externa extremamente quente que está a milhões de quilômetros distante da cromosfera. Veremos que todas as principais características do Sol podem ser explicadas pelas reações nucleares que geram a sua energia, os campos magnéticos que são causados pela movimentação dos gases e a imensa gravidade. FOTOSFERAA fotosfera é a região mais inferior da atmosfera do Sol e é o que podemos ver da Terra. Tem de 300 a 400 quilômetros de largura e uma temperatura média de 5.800 kelvins ou aproximadamente 5.500ºC. Parece borbulhante ou granulada, como a superfície da água em fervura lenta numa panela. Os "grãos" são as superfícies das células de corrente de convecção de calor, que estão por baixo e cada granulação pode ter mil km de largura. Ao atravessar a fotosfera, a temperatura cai e os gases, por estarem mais frios, não emitem tanta energia em forma de luz. Portanto, a extremidade exterior da fotosfera parece escura, um efeito chamado obscurecimento de limbo, responsável pela borda definida da superfície do Sol. CROMOSFERAA cromosfera está acima da fotosfera cerca de 2 mil quilômetros de distância. A temperatura aumenta através de toda a cromosfera de 4.500 kelvins para 10.000 kelvins (cerca de 4.200 ºC para 9.700 ºC). Acredita-se que a cromosfera é aquecida pela convecção de calor dentro da fotosfera subjacente. À medida que os gases se agitam na fotosfera e produzem ondas de choque que aquecem os gases situados nas proximidades, as quais perfuram a cromosfera em forma de milhões de erupções em forma de jatos de gás quente chamadas espículas. Cada espícula sobe cerca de 5 mil quilômetros acima da fotosfera e dura somente alguns minutos. As espículas também podem acompanhar linhas de campo magnético do Sol, feitas pelos movimentos dos gases dentro do Sol. COROAA coroa é a última camada do Sol e está a milhões de quilômetros de distância da fotosfera. O melhor momento para vê-la é durante um eclipse solar ou em imagens de raio X do Sol. A temperatura média da coroa é de cerca de 2 milhões de kelvins, embora não se saiba por que ela é tão quente. Acredita-se que seja pelo magnetismo do Sol. A coroa tem áreas brilhantes (quentes) e áreas escuras chamadas buracos coronais. Os buracos coronais são relativamente frios e acredita-se que sejam áreas em que partículas do vento solar conseguem escapar. MANCHAS,PROEMINÊNCIAS E EXPLOSÕES SOLARESPor meio de imagens de telescópios, podemos ver diversas características interessantes no Sol que podem afetar a Terra. Vejamos as manchas, as proeminências e as explosões solares. MANCHAS SOLARES As manchas solares são áreas escuras e frias que aparecem em pares na fotosfera, e são caracterizadas também como campos magnéticos intensos (cerca de 5 mil vezes maiores que o da Terra) que atravessam a superfície. As linhas de campo saem por uma mancha e entram novamente por outra. O campo magnético é gerado pelos movimentos dos gases no interior do Sol. A atividade das manchas solares ocorre como parte de um ciclo de 11 anos chamado ciclo solar em que há períodos de atividade máxima e mínima. Atualmente, estamos em época de atividade solar máxima (Figura 3).
Foto cedida pelo consórcio SOHO. O SOHO é um projeto de cooperação internacional entre a ESA e a NASA. Figura 3. O ciclo solar de 11 anos refletido por uma série de manchas solares registradas até o momento e projetadas (linha pontilhada). São mostradas as imagens do magnetograma do MDI (em cinza) e do EIT em 195 ângstroms (em verde). Neste ciclo, o Sol passa por um período de atividade (máximo solar) seguido de um período de calmaria (mínimo solar). O nível ascendente pode ser visto claramente na comparação entre as imagens do EIT e do MDI.verde). Neste ciclo, o Sol passa por um período de atividade (máximo solar) seguido de um período de calmaria (mínimo solar). O nível ascendente pode ser visto claramente na comparação entre as imagens do EIT e do MDI. Não se sabe o que causa este ciclo de 11 anos, mas foram propostas duas hipóteses: a rotação irregular do Sol distorce e torce as linhas de campo magnético no interior. As linhas de campo torcidas atravessam a superfície e formam pares de manchas solares. Por fim, as linhas de campo se separam e a atividade das manchas solares diminui. O ciclo se reinicia; imensos tubos de gás circulam no interior do Sol em altas latitudes e começam a se mover em direção ao Equador. Quando giram uns contra os outros, formam manchas. Uma vez que tenham chegado no Equador, se quebram e as manchas solares diminuem. PROEMINÊNCIAS SOLARESOcasionalmente, nuvens de gases da cromosfera ascendem e se movimentam ao longo das linhas magnéticas dos pares de manchas solares. Os arcos de gás são chamados de proeminências (Figura 4). As proeminências podem durar de dois a três meses atingindo até 50 mil quilômetros de extensão ou mais, acima da superfície do Sol. Ao atingir essa altura acima da superfície, podem entrar em erupção, algo que pode durar de alguns minutos a algumas horas, e jogar grandes quantidades de material através da coroa, que cairão no espaço a mil km/s. Essas erupções são chamadas de ejeção da massa coronal.
Foto cedida pelo consórcio SOHO. O SOHO é um projeto de cooperação internacional entre a ESA e a NASA. Figura 4. Grande proeminência eruptiva solar na imagem do hélio-2 a 304 ângstroms com uma imagem da Terra adicionada para a comparação do tamanho. Esta proeminência em 24 de julho de 1999 foi particularmente grande e na forma de arco, e chegou a atingir 35 vezes o tamanho do planeta Terra. As proeminências em erupção, quando direcionadas para a Terra, podem afetar os aparelhos de comunicação, os sistemas de navegação e até as redes elétricas, enquanto produzem auroras visíveis no céu durante a noite. FULGURAÇÕES SOLARESÀs vezes, em grupos complexos de manchas solares, explosões violentas e abruptas ocorrem, chamadas de fulgurações solares. Acredita-se que sejam causadas por alterações repentinas no campo magnético em áreas nas quais ele está concentrado. As fulgurações solares são acompanhadas por liberação de gás, elétrons, luz visível, raios ultravioleta e raios-X. Quando esta radiação e estas partículas atingem o campo magnético da Terra, interagem com ele nos pólos para produzir as auroras (boreais, austrais) como mostra a figura abaixo (Figura 5). Os "flares" solares também podem interferir nas comunicações, nos satélites, nos sistemas de navegação e até mesmo nas redes elétricas. A radiação e as partículas ionizam a atmosfera e impedem o movimento das ondas de rádio entre os satélites e o solo ou entre o solo e o solo. As partículas ionizadas na atmosfera podem induzir descargas de eletricidade na fiação elétrica e levar a oscilações de energia. Essas oscilações podem sobrecarregar uma rede elétrica e causar blecautes (quedas de energia).
Foto cedida pelo consórcio SOHO. O SOHO é um projeto de cooperação internacional entre a ESA e a NASA. Figura 5. O campo magnético do Sol e a liberação de plasma afetam diretamente a Terra e o resto do sistema solar. Os ventos solares formam a magnetosfera da Terra, e as tempestades magnéticas estão ilustradas aqui, à medida que se aproximam da Terra. Essas tempestades que ocorrem com freqüência podem interferir nos aparelhos de comunicação e nos equipamentos de navegação, danificar satélites e até mesmo causar blecautes (quedas de energia). As linhas brancas representam o vento solar, a linha roxa é a linha de choque em arco e as linhas azuis em volta da Terra representam sua magnetosfera protetora. A nuvem magnética de plasma pode ter viajado 50 milhões de quilômetros de distância no momento em que chega à Terra. O DESTINO DO SOLO Sol está brilhando há cerca de 4,5 bilhões de anos. Tem combustível suficiente de hidrogênio para "queimar" por 10 bilhões de anos, aproximadamente. O tamanho do Sol é um balanço entre a pressão exterior, feita pela liberação de energia da fusão nuclear e a força de tração da gravidade, que exerce uma atração para o interior do corpo estelar. Futuramente, quando o combustível de hidrogênio do núcleo acabar, este se contrairá sob o peso da gravidade. No entanto, pode ocorrer alguma fusão do hidrogênio nas camadas superiores. À medida que o núcleo se contrair, ele aquecerá, e esse calor aquecerá as camadas superiores, fazendo-as se expandir. Enquanto as camadas externas se expandem, o raio do Sol aumentará e o transformará numa gigante vermelha. O raio da gigante vermelha vai ultrapassar a órbita da Terra. O nosso planeta será sugado para o núcleo do Sol e será vaporizado. Algum tempo depois, o núcleo se tornará quente o suficiente para fazer o hélio se transformar em carbono. Quando o combustível de hélio acabar, o núcleo irá se expandir e esfriar. As camadas superiores irão se expandir e expelir material solar. Por fim, o núcleo também se resfriará até se tornar uma anã branca e, finalmente, uma anã negra. O processo todo levará alguns bilhões de anos. Como pode ver, nosso Sol é um tanto complexo e muito interessante, e agora você já sabe mais sobre como ele produz a luz e o calor de que toda a forma de vida na Terra depende. FONTE: HowStuffWorks

Elas estão moídas no seu chocolate, sobrevivem a até um mês sem cabeça e comem seres humanos vivos. Conheça o nojento mundo dessa obra-prima da evolução: a barata Gênio do designConheça milímetro a milímetro o inseto highlander. Casca duraPara proteger o interior delicado, elas são revestidas por um casco duro de quitina. O formato achatado permite que elas suportem esmagamentos leves sem morrer. CremeA massa branca que sai quando você esmaga uma barata é gordura e protege os órgãos internos. Ela permite que o inseto fique dias sem comer. FilhotesA maioria das baratas guarda seus ovos em um recipiente chamado ooteca, que fica dentro do corpo. Algumas espécies seguram os filhotes dentro de si até estarem prontos para ir ao mundo; outras largam a ooteca em um lugar seguro para os ovos eclodirem sozinhos. AntenadaDotadas de pequenos pelinhos ultrassensíveis, as antenas das baratas captam odores e podem, dependendo da espécie, detectar a presença de água, álcool ou açúcar nas proximidades. FôlegoA barata respira por 20 aberturas laterais chamadas espiráculos, que levam o ar para o corpo todo. Assim, pode ficar horas sem oxigênio. RadarEsses espinhos no traseiro dão informações detalhadas sobre ameaças: percebem movimentos sutis do ar e captam informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade. A barata dos vizinhosSão 5 mil espécies do inseto que vive na Terra há 325 milhões de anos. Eis as principais: Nome - Barata americanaTamanho - 3 a 4 cm Longevidade - 3 a 4 anos Habitat - Ambientes escuros como sótãos, porões e esgoto. Comuns no mundo todo, são maiores, e fazem voos curtos. É a espécie mais resistente: fica 90 dias sem comida e 40 sem água. Acredita-se que tenham vindo da África em navios negreiros. Nome - Barata germânicaTamanho - 1,2 a 1,6 cm Longevidade - 1 ano Habitat - Cozinhas e banheiros, despensa de alimentos, máquinas de café. Elas têm asa, mas não voam e são as mais comuns nas cidades da América. Vivem até 45 dias sem comida e 14 sem água. Acredita-se que tenham ido para a Europa com os fenícios. Nome - Barata de MadagascarTamanho - 5 a 9 cm Longevidade - 2 a 5 anos Habitat - No chão de florestas tropicais, principalmente Madagascar. Esta espécie não é considerada uma praga urbana - na verdade, é até criadacomo bicho de estimação. São famosas pelo alto assobio que fazem quando se sentem ameaçadas. Também vão pegar vocêPoucos bichos são tão liberais quanto as baratas quando se trata de alimentação. Elas comem praticamente tudo. E isso inclui coisas bizarras como cola, fezes, papel, couro, outras baratas e cerveja azeda quente, que é seu alimento preferido. (A única coisa que odeiam é pepino - sabe-se lá por quê.) E elas também curtem comer seres humanos - vivos ou mortos. Sim, elas "mordem"gente viva (que está dormindo) - sempre nas extremidades: dedão e sola dos pés, unhas e palmas das mãos. Também há relatos de baratas que comem cílios. Elas não têm dentes, mas usam sua forte mandíbula para raspar as superfícies até deixar buracos doloridos. Também podem se alimentar de restos de comida, especialmente de leite seco na boca de bebês que estão dormindo. As crianças são mais suscetíveis por terem o sono mais pesado, mas adultos também não escapam. Se você é do tipo que curte tomar cerveja e comer salgadinho no sofá e acaba dormindo por lá mesmo, chegou a hora de repensar sua vida. BOATOS SOBRE BARATAS Elas resistem a ataques nuclearesMentira. O mito provavelmente surgiu na década de 1960, com o relato nunca confirmado de que baratas teriam sobrevivido às bombas de Hiroshima e Nagasaki. É verdade que, comparadas com não-insetos, elas são resistentes: por terem poucas células que se dividem lentamente, conseguem consertar alguns problemas causados pela radiação. Mas outros seres vivos são muito mais resistentes, como certas algas, musgos e bactérias. E até alguns insetos são mais fortes: enquanto a barata americana aguenta até 20 mil rads (unidade de radiação absorvida), o caruncho de madeira aguenta 48 mil, e a mosca-das-frutas, 64 mil. Uma bomba como a de Hiroshima tem 34 mil rads. Ou seja, elas não sobreviveriam. Elas sobrevivem sem cabeçaVerdade. Baratas são sobreviventes. Além de conseguir ficar até um mês sem comer nada e semanas sem ingerir água, o inseto ainda é capaz de sobreviver por até outro mês sem a cabeça. É que suas principais estruturas vitais ficam espalhadas pelo abdômen (incluindo as que permitem a respiração) e, caso percam a cabeça (no sentido literal), um gânglio nervoso no tórax passa a coordenar os seus movimentos, permitindo que fujam das ameaças. Como o seu corpo tem um revestimento de células sensíveis à luz, ela ainda pode localizar e correr para as sombras a fim de se proteger. Mas, como todos, inevitavelmente um dia acaba morrendo. Elas estão no chocolateVerdade. Segundo a Food and Drugs Administration (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios nos EUA, uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 resíduos de baratas. (Um pedaço de 100 gramas de chocolate tinha, em média, 60 resquícios de insetos variados em sua composição.) O inseto entra em contato com o doce ainda durante a colheita e armazenamento do cacau. E mais: pessoas que têm alergia ao chocolate podem, na verdade, ser alérgicas aos pedacinhos de baratas que ficam no doce. O inseto pode causar reações alérgicas em algumas pessoas, como coceira e cãibras, e cortar o chocolate da dieta é justamente um dos tratamentos recomendados a pessoas alérgicas. Sexo explícitoUma loucura. Observe aqui, de perto, o que só acontece atrás das paredes: o ritual de acasalamento da barata americana, a "voadora". Ui. 1. Essa espécie pode produzir até 800 descendentes nos seus 4 anos de vida. A germânica, que vive 1 ano, gera até 20 mil 2. Veja a atitude sensual da fêmea: ela abaixa o abdômen, levanta as asas e libera feromônios. Se o macho topar, ela sobe nele. 3. Enquanto escala o macho, ela vai lambendo suas costas. Assim, ingere uma substância especial, produzida na corte. 4. O macho não perde tempo: vai tentar introduzir a genitália na fêmea por baixo, para iniciar a cópula. 5. Ligado pelas genitália, o macho se vira e assume posição oposta à parceira. É nesse momento que ela é fecundada. Fontes: Lucy Figueiredo, bióloga especialista em baratas da Associação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas - ABCVP, Marcos Roberto Potenza, pesquisador do Instituto Biológico de São Paulo, The Cockroach Papers: a Compendium of History and Lor, de Richard Schweid

15 Os ácidos digestivos do estômago possuem potência suficiente para digerir zinco. Felizmente as células naquele órgão se renovam em velocidade suficiente para que o seu suco gástrico não possa digerir a si mesmo. 14 Os pulmões possuem 300 milhões de capilares, ou seja, minúsculos vasos sanguíneos. Se eles fossem ligados ponta a ponta poderiam percorrer a distância de 2.400 km. 13 Um homem libera em média 250 milhões de espermatozóides durante um único ato sexual, produzindo cerca de 525 bilhões destas células durante toda a sua vida. A mulher libera apenas cerca de 450 óvulos maduros durante toda a sua vida. 12 Os ossos humanos são tão fortes quanto o granito ao sustentar peso. Um bloco de ossos do tamanho de uma caixa de fósforos grande pode sustentar até nove toneladas, isso é quatro vezes a capacidade do concreto. 11 Cada unha do corpo leva seis meses para crescer da base até a ponta. 10 O maior órgão do corpo é a pele. Um homem adulto é coberto por cerca de 1,9m2 de pele. Cada um de nós perde cerca de 600 mil partículas de pele por hora. A pele morta é constantemente esfoliada do corpo somando cerca de 48kg ao longo de 70 anos. A pele morta também é a responsável pela maior parte do pó na sua casa. 9 Enquanto você dorme sua altura aumenta cerca de 8mm. Durante o dia cada um encolhe novamente para o tamanho normal. A causa são os discos de cartilagem em nossa coluna vertebral que se hidratam durante o sono, aumentando de volume, e são espremidas como esponjas durante o dia, por causa da força da gravidade. 8 Uma pessoa comum do ocidente ingere cerca de 50 toneladas de comida e bebe 50 mil litros de líquidos durante a sua vida. 7 Cada rim contém cerca de um milhão de filtros individuais. Eles filtram cerca de 1,3 litros de sangue por minuto e expelem até 1,4 litros de urina por dia. 6 Os músculos focais dos olhos se movem cerca de 100 mil vezes por dia. Para malhar as pernas da mesma maneira você teria que andar 80km. 5 Em apenas uma hora um corpo humano gera calor combinado suficiente para ferver 3,8 litros de água. 4 Uma única hemácia do seu sangue leva apenas um minuto para circular completamente o seu corpo. 3 O prepúcio (pele da ponta do pênis) removido de bebês circuncidados, quando colocado em cultura, leva apenas 21 dias para crescer pele suficiente para cobrir três quadras de basquete. Graças à ciência esta pele é usada para tratar pacientes de queimaduras entre outras enfermidades. 2 É comum ouvir a frase que afirma que “somos criaturas visuais”. Isso se dá pelo fato de que os olhos recebem cerca de 90% de toda a nossa informação. 1 O coração bombeia cerca de 5 litros de sangue por minuto, ou seja 7.200 litros por dia, mais de 2,5 milhões de litros a cada ano ou 184 milhões litros até os 70 anos de idade. Nada mal para uma bomba biológica de apenas 300 gramas! [Fontes: LISTVERSE,WIKIPEDIA,LIVESCIENCE,HSW,BODIESTHEEXHIBITION]

Assuntos do coração são discutidos na sociedade há muito tempo, não só por médicos e profissionais da saúde, mas também por escritores literários. Existem livros inteiros dedicados a ele e a, principalmente, o amor. Cada vez mais temos a certeza de que o coração é complexo; sem ele não podemos viver nem amar. Aproveite então para conhecer um pouco dos mistérios dessa máquina incrível da qual você depende totalmente: 10) SEX APPEALUm estudo descobriu que ter um orgasmo pelo menos três vezes por semana corta pela metade a probabilidade de morte por doença cardíaca coronária. Além disso, o sexo pode ser uma ginástica e tanto. Estima-se que uma sessão de sexo vigoroso pode dobrar a ritmo do coração e queimar cerca de 200 calorias, ou o equivalente a uma corrida de 15 minutos. Assim, permanecer na cama pode ser exatamente o que o médico pediu. 9) CORAÇÃO FEMININO
Durante décadas, doenças cardíacas e ataques do coração foram vistos como uma doença do homem, mas isso está longe da verdade. Doenças do coração matam 500 mil mulheres norte-americanas a cada ano, contra 50 mil homens. Outra diferença entre os sexos: mulheres não tendem a ter um ataque cardíaco padrão hollywoodiano em que a dor no peito lhe faz cair ao chão. Em vez disso, as mulheres relataram aperto, dor ou pressão no coração, além de outros sintomas como náuseas, dores nas costas e na mandíbula. 8 ) REMENDO NO CORAÇÃO
Um coração partido pode ser doloroso o suficiente para lhe fazer desejar um kit de reparação. Essa opção pode se tornar realidade um dia. Cientistas estão estudando a salamandra vermelha manchada para desenvolver terapias celulares para seres humanos com corações fisicamente danificados. Este anfíbio pode “renascer” suas células, como se elas fossem células-tronco, a fim de construir um novo músculo para o coração. Em outro estudo, cientistas projetaram um coração que bate a partir de células-tronco embrionárias em laboratório. 7) DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO
Um olhar aparentemente tímido de um cachorro ou uma carícia de seu gato pode fazer você imaginar se seu animal de estimação pode se comunicar com você. Um estudo recente adiciona os cavalos na lista de animais sensíveis emocionalmente. Uma cientista verificou que o ritmo do coração de um cavalo reflete os seres humanos que os tocam. O detector de emoção do cavalo poderá um dia substituir os métodos utilizados para mensurar hormônios do stress em pacientes. 6) CORAÇÃO GRANDE
Algumas pessoas realmente têm corações maiores do que outros – e não tem nada a ver com o ditado “em coração de mãe sempre cabe mais um”. Ao invés de ser um sinal de afeto, o coração dilatado pode indicar doença cardíaca. O tipo mais comum, chamada cardiomiopatia dilatada, ocorre quando as câmaras do coração estendem e ampliam. A doença pode privar os órgãos do corpo de sangue suficiente. Se não for tratado, um coração grande pode levar à insuficiência cardíaca. 5) RIR FAZ BEM PRO CORAÇÃO
Uma gargalhada do tipo que lhe faz escorrer lágrimas pode fazer com que o revestimento das paredes dos seus vasos sanguíneos, chamado endotélio, relaxe, aumentando o fluxo de sangue por até 45 minutos após o ataque de riso. Porém, danos ao endotélio podem levar ao estreitamento dos vasos sanguíneos e, eventualmente, doenças cardiovasculares. Isso não é motivo para rir. 4) BEBIDA PARA O CORAÇÃO
Um copo de Merlot pode ir direto ao coração, segundo pesquisas. E isso também vale para a variedade branca. Os cientistas atribuem benefícios ao coração à pele da uva, repleta de certos antioxidantes. Desde que é a pele arroxeada que é removida para fazer Chardonnays, muitos cientistas assumiram que o vinho branco provavelmente não faria qualquer bom ao coração, mas um experimento com ratos de laboratório mostrou que a polpa de uva esconde compostos cardio protetores que rivalizam com os encontrados em vinhos tintos. Tinto ou branco? Basta seguir seu coração. 3) PODEROSA BOMBA
Em menos de um minuto, seu coração pode bombear sangue para todas as células do seu corpo. E ao longo de um dia, cerca de 100.000 batimentos cardíacos bombeiam 2.000 litros de sangue rico em oxigênio, muitas vezes através de cerca de 96 mil quilômetros de ramificação de vasos sanguíneos que ligam as células dos nossos órgãos e partes do corpo. Trabalho pesado para um músculo do tamanho de um punho, não? 2) CORAÇÃO PARTIDO
Segundo uma pesquisa, um rompimento com alguém querido ou a notícia de uma morte na família pode, literalmente, levar a corações partidos, sob a forma de maior risco de ataque cardíaco. Esse trauma também pode desencadear a liberação de hormônios do estresse na corrente sanguínea que temporariamente atordoam o coração. Os sintomas resultantes imitam aqueles de um ataque cardíaco – dores no peito e falta de ar – mas deste tipo de dores no coração você pode se recuperar em alguns dias. 1) SINAL DE AMOR
Pesando cerca de 283 gramas, o músculo cheio de sangue chamado de coração se tornou o símbolo universal do amor. Os gregos acreditavam que o coração era a sede do espírito; os chineses o associaram ao centro de felicidade e os egípcios acreditavam que as emoções e o intelecto surgiram a partir do coração. Ninguém sabe ao certo a origem exata da associação do coração ao amor, no entanto. Uma ideia é que o coração tenha adquirido sua marca de “amor” na antiga cidade grega de Cirene, na Líbia. A colônia era conhecida por uma planta chamada Silphium, com casca de semente em forma de coração. A Silphium tinha propriedades medicinais, e possivelmente também foi utilizada como um contraceptivo de ervas. FONTE: [LiveScience]

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