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Depende de que parte do espaço estamos falando. Em geral, funciona assim: quanto mais próximo dos astros, maior a temperatura. Outro fator que pesa é a presença de matéria: o calor pode ser retido por ela. À medida que o espaço vai ficando vazio, a temperatura cai. No vácuo total (ausência de matéria), a temperatura despenca para até 272 ºC negativos, 1 grau acima do zero absoluto. "É como medir a temperatura mínima do espaço. Não há local mais frio que esse. São regiões vazias e afastadas de corpos aquecidos", diz o astrônomo Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP. Para ter uma idéia da friaca, a menor temperatura já registrada na Terra foi de 89,2 ºC negativos, na Antártida. Já no espaço interestelar, em que não chega a reinar o vazio absoluto (há gases, grãos e poeira), a temperatura varia. No topo da atmosfera terrestre, por exemplo, a temperatura é algo em torno de 27 ºC. "Mas isso não significa que o espaço acima da atmosfera esteja nessa temperatura. Na verdade, ele é frio, mas um corpo nessa região que seja iluminado pelo Sol pode atingir essa temperatura. Na escuridão, a temperatura cairia muito", afirma Picazzio. Já na Lua, que não tem atmosfera, as temperaturas variam muito: com o Sol a pino, a superfície do satélite passa os 100 ºC e cai, durante a noite, para -150 ºC. ENTRANDO NUMA FRIADistância das estrelas e presença de matéria influem na temperatura média dos planetas. SOLA temperatura da parte do Sol que é visível da Terra, a fotosfera (uma camada fina, brilhante e bem definida, considerada sua superfície), é de 5 500 ºC, mas algumas estrelas podem passar de 50 000 ºC. No interior do Sol, no entanto, a coisa esquenta: o calor chega a 15 milhões de graus! PLANETAS SÓLIDOS Nossa querida Terra é mantida aquecida graças à atmosfera e suas cinco camadas. A radiação solar e sua interação com o solo terrestre definem o calor que faz por aqui. Cerca de 47% do calor emitido pelo Sol é absorvido pela Terra. Os outros planetas sólidos do sistema solar são Mercúrio, Vênus e Marte. ESPAÇO INTERPLANETÁRIO No espaço entre os planetas ou entre as estrelas, há pouca matéria, composta sobretudo de gases e poeira espacial. O ar é rarefeito e, apesar de a temperatura poder chegar a cerca de 27 ºC no espaço entre a Terra e a Lua, por exemplo, a sensação que teríamos lá (sem vestimenta especial) seria de frio, porque as poucas moléculas ali existentes não são suficientes para transferir uma quantidade significante de calor à nossa pele ou às naves que circulam no espaço PLANETAS GASOSOS Sem superfície sólida, o material gasoso simplesmente fica mais denso de acordo com a profundidade, podendo chegar ao estado líquido. Compostos sobretudo de hidrogênio e hélio, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, além de não terem matéria sólida, estão mais distantes do Sol, o que faz o calor ser coisa rara por lá. Só nas camadas mais profundas eles são quentes FRIO ABSOLUTO Formada por uma nuvem de gás e poeira, a nebulosa de Bumerangue registra temperatura de 272 ºC negativos (1 kelvin), só 1 grau acima do zero absoluto. Ao que parece, ela é o lugar mais frio do Universo, mas o mistério ainda não foi totalmente desvendado. A nebulosa fica em Centauro, uma das constelações da Via Láctea, no hemisfério sudeste celestial, a 5 000 anos-luz da Terra. FONTE: MUNDOESTRANHO

Obviamente, a vida no espaço não é sinônimo de férias – você está lá em cima, enfrentando a fronteira final, lutando contra meteoros e objetos pessoais flutuando dentro da espaçonave e consciente de que qualquer falha trará uma morte horrível no abismo sideral. E é por isso mesmo que a vida no espaço desperta tanta curiosidade em nós, seres humanos: o mistério de se aventurar no desconhecido. Na realidade, a parte mais difícil sobre a vida em uma estação espacial ou base lunar são diversos pequenos aborrecimentos do cotidiano nos quais você nunca pensou – e os quais a ficção científica jamais mencionou. Por mais que não se trate de problemas do calibre de batalhas interestelares ou monstros alienígenas, esses contratempos do dia a dia fariam da sua vida um inferno, e não de uma maneira impressionante. 5. VC PRECISA SE EXERCITAR CONSTANTEMENTE (senão corre o risco de desmaiar)

É de se esperar que uma certa quantidade de exercício físico seja necessário para compensar a falta de gravidade do ambiente. O detalhe é que, além de você ser capaz de levantar facilmente os halteres gigantescos que só os caras mais bombados da sua academia conseguem (lembre-se: não há gravidade, então as coisas não “pesam” nada), você vai ter que se exercitar o tempo todo. Sempre. E você não tem escolha. Há duas razões por trás disso. A primeira e mais evidente delas é evitar que seus músculos e ossos fiquem quebradiços e se transformem em uma papa amorfa devido à ausência da gravidade. O outro motivo é um fenômeno maluco chamado intolerância ortostática. Essa é uma novidade para muita gente. Na Terra, essa é a razão pela qual, por vezes, sentimos uma tontura quando nos levantamos muito depressa. Fora do nosso planeta, se torna um dos principais motivos para você e seu estilo de vida sedentário odiarem o espaço. Seu corpo é normalmente capaz de lidar com a intolerância ortostática, elevando a sua frequência cardíaca e pressão arterial até que você se recomponha. Entretanto, no espaço, seu coração não colabora muito. Percebendo que não precisa mais lutar contra a gravidade, como está acostumado aqui embaixo, ele fica mais preguiçoso e bate cada vez menos e de maneira mais fraca – e, consequentemente, sua pressão arterial cai. Resultado: você vai desmaiar. Repetidas vezes. Seu único remédio? Fazer MUITO exercício. O ideal recomendado aos astronautas é que malhem durante duas horas e meia, todos os dias em que estiverem em órbita. E não estamos falando de exercícios divertidos com aquela mini cama elástica, bolas grandes e coloridas ou qualquer outro adereço que possa desviar sua atenção do exercício em si. Os viajantes espaciais precisam passar esse tempo todo amarrados em uma das três engenhocas disponíveis (um circuito de academia, uma esteira ou um combinado espacial digno de Chuck Norris, chamado ARED). Tudo isso, lembre-se, em uma salinha minúscula, sem uma ampla janela na sua frente, tampouco com uma leve brisa soprando – e cheio de cabos ligados ao seu corpo para que não saiam voando no meio da série. E todo esse esforço não será recompensado com uma barriga de tanquinho – os únicos prêmios que os astronautas recebem após tanto esforço são o privilégio de manter a consciência ininterruptamente e a capacidade de evitar que seu corpo se desmanche como uma massa de uma empada assim que retornem ao campo de gravidade da Terra. Saúde! Astronautas bebem urina e suor reciclados na ISS 4. VC VAI VOLTAR MAIS ALTO (e isso será incrivelmente doloroso)
A maioria das pessoas que você conhece não se importaria de se tornar um pouco mais altas, certo? Pois bem, avise a elas que isso pode ser feito. Se por acaso acontecer de elas se aventurarem no espaço, logo você terão uma agradável surpresa: um surto de crescimento induzido pela falta de gravidade aumentará a sua altura em cerca de 4 a 6 centímetros. E quando dizemos “agradável”, por favor entenda “terrivelmente doloroso e deformante”. Afinal, o que está acontecendo, basicamente, é que seus nervos em sua coluna estão sendo esticados. Normalmente, a medula espinhal humana permite que o nosso cérebro se comunique rapidamente com qualquer parte do corpo. Porém, qualquer situação incomum que altere essa configuração natural (como estar no espaço sideral, por exemplo) tende a produzir dificuldades. Os discos intervertebrais que amortecem a coluna dos efeitos da gravidade subitamente se tornam inúteis. Logo, suas vértebras começam a se afastar preguiçosamente umas das outras, deixando a estrutura da coluna vertebral cada vez mais alongada. A boa notícia é que você fica, de fato, mais alto, pelo menos enquanto estiver em um ambiente de microgravidade. A má notícia é que você provavelmente experimentará uma dor crônica nas costas, uma vez que sua coluna, assim como seus nervos, será constantemente esticada como um acordeão. Além disso, seus nervos também correrão grande perigo de serem danificados. E imagine o que acontece quando você finalmente desembarcar de volta em um planeta dotado de campo de gravidade. Sua espinha, deformada devido ao tempo que você passou fora da Terra, terá que aguentar o baque causado por suas vértebras, que tentarão se reajustar ali dentro – como um elástico que é esticado e depois solto – após a liberdade excessiva que a falta de gravidade lhes proporcionou. Em seu processo de readaptação à Terra, você também correrá sérios riscos de sofrer com hérnia de disco. 3. A RADIAÇÃO AFETA SEUS OLHOS
Os astronautas a bordo dos primeiros voos espaciais ficaram confusos e assustados devido a misteriosos raios de luz que eles notaram enquanto estavam em órbita. “Grande coisa”, você pode pensar, eles estavam no espaço sideral, deve haver uma gigantesca quantidade de coisas estranhas acontecendo por lá. Talvez fosse um raio de luz solar refletindo em um satélite, algum fragmento brilhante de um meteoro ou apenas uma nave alienígena curiosa. Havia apenas um problema: aquelas luzes estranhas nunca ocorriam quando eles estavam realmente olhando para algum lugar – esses flashes brilhantes eram visíveis apenas com os olhos fechados. Sim, no espaço, você tem a sua própria discoteca particular na sua cabeça. Além disso, você provavelmente vai pensar que está ficando louco toda vez que der uma piscada um pouco mais demorada. Cientificamente, este curioso espetáculo de luz é causado por partículas altamente carregadas (ou seja, radiação) que viajam livremente pelo espaço – até encontrarem sua retina e irem diretamente na direção (e através) dela. Como as partículas radioativas atingem seu olho em grande velocidade, elas enganam seu cérebro para que ele pense que você está vendo luzes. A blindagem magnética benevolente da Terra nos protege da maioria da matéria elétrica que o sol lança constantemente em nós. Portanto, nós não desfrutamos de um show pirotécnico psicodélico a cada vez que piscamos aqui na Terra. No espaço, por outro lado, não há nenhum nível de proteção magnética, de modo que os olhos de quem se aventura por aquelas bandas precisam lidar com toda a fúria penetrante do sol. À primeira vista, estas luzes podem parecer apenas um inconveniente. Mas depois, principalmente perto do seu primeiro turno de dormir, a realidade bate à sua porta: como diabos você vai conseguir pegar no sono quando o interior de suas pálpebras parece mais um show do Daft Punk? Seus problemas, claro, não terminam por aí. O espaço é um bastardo vingativo que também deseja te sacanear a longo prazo. A penetração da radiação constante realmente provoca dano estrutural aos tecidos delicados de seus olhos, o que pode causar prejuízos permanentes à sua visão caso você fique mais de um mês sob essas condições. 2. VC SENTE SEU NARIZ SEMPRE ENTUPIDO E PRECISA DESESPERADAMENTE DE COMIDA PICANTE
Os alimentos preparados especialmente para os astronautas sempre estiveram num pastoso e híbrido limbo entre comidas de verdade e refeições em pílulas. Felizmente, as coisas evoluíram bastante ao longo do tempo nesse campo. Tanto que, hoje em dia, você pode se deliciar nas alturas com alimentos como barras de bacon (surpreendentemente impopulares) e coquetel de camarão (assustadoramente popular). Porém, você não será capaz de provar qualquer uma dessas comidas a menos que você adicione molho picante ou o tempero japonês wasabi, porque o espaço arruína a sua capacidade de sentir o gosto das comidas. Como já mencionado anteriormente, os fluidos do corpo humano ficam um pouco malucos quando se está em um ambiente de microgravidade. Eles tendem a se aventurar por locais desconhecidos do organismo e explorar cavidade inéditas. As regiões do corpo com a maior quantidade de cavidades prontas para receberem esses fluidos desbravadores são a cabeça e o tronco. Consequência? A cabeça do viajante espacial incha, assim como a parte superior do corpo como um todo, dando a impressão de que os astronautas de repente começaram a tomar esteroides. Um efeito colateral prático deste inchaço é que a sua versão espacial passa a sofrer de congestão nasal constante. E já que a gravidade não é capaz de manter seu ranho no lugar onde ele pertence, você acaba com a cabeça cheio de muco, o que te dá a impressão de estar sempre doente, mesmo quando você está saudável (até porque, se você realmente estiver doente, estará em sérios apuros [veja mais no tópico a seguir da lista]). A única solução para aliviar esse sentimento incômodo é a sensação ardente da comida picante. Acredita-se que a pimenta é o único alimento capaz de obstruir a cavidade nasal, devolvendo aos astronautas a capacidade de sentir os aromas das comidas que eles ingerem. É por isso que alimentos picantes são tão valiosos a bordo da Estação Espacial Internacional. A situação é tão desesperadora que a astronauta Peggy Whitson uma vez “brincou” de ameaçar impedir a entrada de um ônibus espacial visitante a menos que seus colegas levassem alimentos picantes como presente. 1- SER VC FICAR DOENTE,VC ESTARÁ PERDIDO
Como um dos poucos sortudos que têm a chance de fugir do nosso nobre planeta, o primeiro passo para a sua preparação é… ficar isolado em quarentena. Isso se justifica porque você certamente não vai querer levar todas as nossas doenças aqui da Terra com você para o grande além – onde, aliás, até mesmo os mais inofensivos micróbios tendem a adquirir uma força, digamos assim, galática. Você não pode correr riscos, uma vez que as bactérias com as quais estamos acostumadas se transformam em criaturas totalmente diferentes lá fora. Uma infecção bacteriana no espaço levará seu corpo a responder drasticamente reduzindo, de forma automática, a imunidade de seu organismo, o que, no final das contas, não será nem sombra de como era na Terra. Esta não é apenas mais uma situação de “você provavelmente terá um pouco de tosse” – é realmente grave. Experimentos de laboratório com salmonelas mutantes do espaço mostram que as bactérias podem infectar camundongos (e, presumivelmente, seres humanos) com três vezes mais eficiência em um ambiente de microgravidade em comparação com uma infecção aqui na Terra. E isso que a experiência utilizou camundongos com o sistema imunológico perfeito, apresentado no nível da Terra – não se pode afirmar o que aconteceria se a salmonela alienígena contaminasse um organismo já debilitado e com a capacidade de lutar contra intrusos devastada após algum tempo em órbita. Pior: os medicamentos espaciais são praticamente inúteis. Remédios e vacinas também têm a tendência de perder sua potência fora do nosso planeta. Ou seja, se você ficar doente lá fora, você estará perdido. No espaço. FONTE: Cracked


Com o objetivo de descobrir maneiras de ajudar o corpo humano a lidar com viagens para outros planetas, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Nottingham (Reino Unido) afirma que vermes podem ter a solução para iniciar esse processo.

De acordo com o site TG Daily, uma colônia de minúsculos vermes da espécie "caenorhabditis elegans", originalmente desenterrados de um depósito de lixo, sobreviveu após uma temporada no espaço, além de terem se reproduzido fora da órbita do planeta Terra. Apesar de parecer esquisito, esses seres microscópicos são, biologicamente, muito semelhantes aos seres humanos - por isso a comparação nas pesquisas.

O "caenorhabditis elegans" foi o primeiro organismo multi-celular a ter sua estrutura genética completamente mapeada, e muitos de seus 20 mil genes desempenham funções semelhantes às dos seres humanos. Desses genes, por exemplo, dois mil possuem um papel fundamental para promover funções musculares.

Em dezembro de 2006, foram enviados 4 mil vermes para a ISS - sigla em inglês que se refere à Estação Espacial Internacional -, e trazidos de volta recentemente pelo ônibus espacial Discovery. Até agora, os cientistas já analisaram e monitoraram os efeitos da órbita terrestre baixa (LEO, do inglês "Low Earth Orbit) em 12 gerações dos vermes. Espera-se incluir nesses testes possíveis danos provocados pela radiação e a deterioração de estruturas esqueléticas pela falta de gravidade.

"Uma boa parte de nossos cientistas concorda que poderíamos colonizar outros planetas. Enquanto essa ideia soa apenas como ficção científica, é um fato que deve ser considerado caso a humanidade queira evitar sua ordem natural de extinção. Temos de encontrar novas formas de viver em outros planetas", explica o médico Nathaniel Szewczyk, em entrevista para o TG Daily.

Embora os estudos possam parecer surpreendentes, muitas das mudanças biológicas acontecem durante os voos espaciais, e tanto em astronautas como em vermes, o processo ocorre da mesma forma. Os pesquisadores foram capazes de mostrar que essas minúsculas formas de vida podem crescer e se reproduzir no espaço por tempo suficiente para chegarem a outro planeta.Atualmente, experimentos analisam a possibilidade de enviar um animal a outra rota galática e estudar seu crescimento.

FONTE:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/pesquisa-cientifica-afirma-vermes-podem-ser-a-chave-para-vida-humana-no-espaco


Se você quer que a vida na Terra continue, torça para que dois grandes astros não colidam na nossa galáxia. O choque entre duas estrelas, por exemplo, poderia produzir radiação gama em intensidade suficiente para nos levar à extinção. É o que explica uma teoria de astrônomos americanos.
O estudo foi formulado por cientistas da Universidade Washburn (em Topeka, Kansas, EUA), e será apresentado em um congresso na semana que vem. A ideia, grosso modo, seria a seguinte: em algum ponto do outro lado de nossa galáxia, duas estrelas colidem. E não precisa ser uma colisão completa e destruidora, basta um pequeno atrito entre elas. Segundo estimativas, ocorre um destes eventos a cada 100 milhões de anos, em média.
Este leve choque, enfim, já seria suficiente para iniciar uma explosão radioativa de imenso alcance no espaço. No caso da explosão ocorrer dentro da Via Láctea, praticamente tudo o que está nela sentiria o impacto. A extinção da vida na Terra, nesse caso, dependeria do tipo de onda gama liberado na colisão, e a intensidade com que seríamos atingidos.
A radiação gama mais “destrutiva”, nesse aspecto, seria a de ondas curtas, de maior frequência. Se a Terra fosse atingida por uma carga dessas ondas (que dura menos de um segundo, mas com efeitos devastadores), é provável que a camada de ozônio, que nos protege com eficiência das radiações solares, seria eliminada imediatamente.
Desprotegidos, todos os seres vivos da Terra estariam expostos às mudanças químicas acima de nós. Os cientistas explicam que haveria grande quantidade de oxigênio e nitrogênio livres pela atmosfera. Com a intensa liberação de ozônio, poderia haver a formação de toneladas de óxido nitroso (N2O), que não nos protege de nada. Estaríamos diretamente expostos aos raios ultravioleta, que alteram inclusive o nosso DNA.
Se estiver correta a teoria de que um desses eventos ocorre a cada 100 milhões de anos, a Terra já passou por isso várias vezes na sua história de mais de 4,5 bilhões de anos. Por essa razão, os cientistas afirmam que é preciso analisar fósseis e outras evidências para estimar o que aconteceria se todos fossem atingidos por uma rajada contínua de raios UV.
A ideia geral é que não poderíamos sobreviver, porque a radiação retira condições básicas para que possa haver vida no planeta. Os astrônomos americanos afirmam que já apresentaram sua teoria a paleontólogos, mas ainda têm encontrado muito ceticismo.
FONTE: HYPESCIENCE

Como Conquistar um Homem