Para que a relação não acabe no primeiro encontro, aja com cautela
Solteiros sofrem para provar que não são solitários, infelizes e encalhados
Sete passos básicos ajudam você a esquecer um amor; veja quais são
Você conseguiria manter um relacionamento aberto? Veja opiniões e dê a sua
Para você, o encontro foi incrível e você não vê a hora de marcar o segundo. Apesar de toda a sua ansiedade e expectativa, o seu telefone não toca --e você já conferiu se ele está ligado, com a bateria carregada, com bom sinal. Para a terapeuta de casais Claudya Toledo, não há mistério: a ligação no dia seguinte vai depender da maneira como você se comportou no primeiro encontro. "Se a pessoa mantém atitudes para que o outro se interesse em marcar o segundo encontro, vai rolar. Mas se inicia este primeiro contato no clima ‘mais ou menos’ para ver no que vai dar, é muito provável que o telefone não toque", diz.
Para o psiquiatra Luiz Cuschnir, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, independentemente do gênero, pessoas que têm traumas emocionais de outras relações costumam se posicionar com descrença de que outra poderia completá-la. "Como defesa, se envolvem em seus afazeres de tal forma que não criam condições para ligarem no dia seguinte", afirma.
No entanto, atitudes femininas e masculinas podem ser desanimadoras no primeiro encontro, impossibilitando o próximo. "É comum as mulheres ficarem mais artificiais e os homens tentarem mostrar uma articulação extra para seduzir a parceira", exemplifica o psicólogo Thiago de Almeida, especialista em relacionamentos. E prevendo a chance de ser analisada, a pessoa se comporta de maneira desconfortável para aquela situação. "Neste tipo de encontro, frequentemente a pessoa tenta direcionar a conversa para o que lhe interessa, esquecendo-se de ouvir o outro", afirma Almeida. O psicólogo diz que é importante saber o que quer, mas também dar tempo para o outro expor suas ideias.
Não existe regra quando o assunto é relacionamento. Porém, vale prestar atenção em algumas atitudes que podem afugentar uma paquera. Afinal, homens e mulheres observam com olhares diferentes e um deslize pode fazer o outro desistir antes mesmo de o conhecer melhor. Confira o que faz com que homens e mulheres não liguem no dia seguinte.
Demonstrar grosseria no primeiro encontro diminui muito as chances de que haja um segundo
QUANDO ELAS COSTUMAM NÃO LIGAR:
Ele não é cavalheiro
Para a mulher, o pretendente tem de ser gentil e educado. "Se ele demonstra ser um cara grosseiro, que fala palavrão e trata mal as pessoas, já era", afirma psicóloga clínica Miriam Barros. Para a psicóloga, o homem pode ser lindo, mas se não for cavalheiro, dificilmente esse relacionamento irá a diante.
Ele é muito pegajoso
As mulheres gostam de atenção, carinho e gentileza. Mas na medida certa. "O homem grudento, que elogia demais, pergunta demais e fica o tempo todo pegando aqui e ali não passa no teste", diz Miriam Barros. Segundo ela, o grude é interpretado como imaturidade, além de ser irritante.
Ele bebe demais
Cada vez mais, o álcool é sinônimo de problemas. "O homem que bebe demais no primeiro encontro ou comenta que na noite passada tomou um porre, provavelmente, não terá uma nova chance", diz Claudya Toledo. A terapeuta afirma que as mulheres estão muito exigentes neste assunto, afinal, conviver com bebedeiras não é o desejo de ninguém.
Ele não se encontrou profissionalmente
"Quando ela avalia que o homem é muito dependente, inseguro e fracassado, principalmente do ponto de vista profissional ou econômico, a reprovação é certa”, afirma Cuschnir. Para Claudya, as mulheres buscam estabilidade. Se o homem não tem emprego fixo ou ainda está em dúvida sobre qual carreira seguir, dependendo da faixa etária, não vai despertar interesse.
Ele é muito apressado
Forçar a barra para transar no primeiro encontro pega mal. "Se a conversa gira em torno de beleza física e sexo, é provável que a relação não vingue. Como ele demonstra que não quer nada sério, cabe à mulher decidir se vale apenas uma noite", diz Claudya. Além disso, quem está na balada querendo conquistar qualquer uma, geralmente, atira para todos os lados. E se está paquerando todo mundo, não vale para um segundo encontro. Segundo Cuschnir, a desconfiança em relação à fidelidade é outra questão que faz a mulher desistir do pretendente.
Homens se intimidam com mulheres que fazem muitas perguntas, portanto, maneire na curiosidade
QUANDO ELES COSTUMAM NÃO LIGAR:
Ela se derreteu demais
Mesmo que a mulher tenha se encantado por um homem, é melhor se conter. "Se ela fica muito disponível, a chance de o homem não ligar é enorme", diz a psicóloga clínica Miriam Barros. Segundo ela, eles são mais lentos, exploram a situação e analisam o comportamento aos poucos. "Se a mulher demonstra que ficou muito entusiasmada, é provável que ele entenda isso como ‘ela quer compromisso sério’, e os homens fogem disso nos primeiros encontros", afirma a especialista.
Ela fez muitas perguntas
Os homens ficam constrangidos com interrogatórios. De acordo com Miriam Barros, o primeiro encontro deve ser leve e divertido. Por isso, a mulher não deve fazer questionamentos sobre o que ele faz, onde trabalha, se mora com os pais, há quanto tempo terminou o último relacionamento e quanto tempo o último relacionamento durou. "Para a mulher, é normal falar sobre estes assuntos, mas os homens se sentem acuados", diz a psicóloga.
Ela fala muito sobre trabalho
No primeiro encontro, o ideal é falar sobre amenidades: viagens, passeios, gostos musicais. "Homem gosta de emoção e, no primeiro encontro, vai adorar saber que a pretendente tem vontade de saltar de paraquedas ou fazer uma viagem de navio, por exemplo. Mas ele vai detestar falar de trabalho, que, para ele, significa competitividade e prazos", afirma Claudya Toledo.
Ela não para de falar do "ex"
Se ele perguntou sobre o passado, seja sucinta. Contar em detalhes sobre o seu relacionamento anterior não vai agradar o pretendente. Aliás, o melhor é evitar falar de relações problemáticas. "O homem avalia como ela se relaciona com a família, seus vínculos e estrutura familiar que pode incomodá-lo em um relacionamento futuro", diz Cuschnir. Portanto, é melhor falar apenas o necessário.
Ela demonstra muita independência
Os homens gostam de mulheres com personalidade, mas isso não significa que ele queira que você não dependa de ninguém, nunca, para nada. "As mulheres acham que demonstrar poder profissional e financeiro atrai o sexo oposto, mas atrapalha”, diz Claudya. Alguns homens se sentem dispensáveis e prefere se afastar. Outros, aceitam. "Mas não reclame que seu companheiro é um banana. Se desde o primeiro encontro você quis direcionar tudo, com certeza, ele vai se acomodar”, afirma a terapeuta.
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Nas novelas eles são romantizados, mas na vida real a coisa muda. Se quiser compromisso, fuja desse tipo
Ligia Helena, iG São Paulo |
Divertido, charmoso e bem sucedido. Este é Cadinho, personagem interpretado pelo ator Alexandre Borges na novela "Avenida Brasil", da Rede Globo. A maior particularidade do personagem é o fato de ser casado com Verônica, mas também com Noêmia, e ter um relacionamento estável com Alexia – a única que sabe dessa confusão toda. Tem um filho com cada uma delas. Não abre mão de nenhum dos relacionamentos, mas não quer dividir suas mulheres com mais ninguém. É, sem dúvidas, um mulherengo.
Mulherengos são personagens constantes na ficção. O mais famoso deles, Don Juan, seduzia as mulheres com promessas de amor e casamento, mas na verdade estava interessado apenas na conquista e em obter sexo. Depois de conseguir o que queria, abandonava a vítima da vez sem explicações. Sua fama é tão grande que batizou um transtorno psicológico: o Donjuanismo. Homens com este perfil sentem necessidade de seduzir constantemente, mas depois da conquista não veem mais graça na “vítima” e partem para a próxima.
“Cadinho é uma exceção no universo dos sedutores. Em geral o mulherengo não se casa”, diz Cláudio Paixão, psicólogo clínico e professor da Universidade Federal de Minas Gerais. “Mais comum é o que se esforça em manter as mulheres próximas e interessadas, mas não quer compromisso”, completa.
Um homem que resiste ao compromisso é visto pelas mulheres como um desafio. E é por isso que muitas não resistem ao charme do mulherengo, mesmo conscientes do passado dele. “As mulheres costumam ser muito competitivas. Ao se deparar com um tipo mulherengo, elas acreditam que não vão passar pelo que as outras passaram, que com elas a história pode ser diferente”, explica o psicólogo Thiago de Almeida, especializado nas dificuldades do relacionamento amoroso
Um homem que resiste ao compromisso é visto pelas mulheres como um desafio. E é por isso que muitas não resistem ao charme do mulherengo, mesmo conscientes do passado dele. “As mulheres costumam ser muito competitivas. Ao se deparar com um tipo mulherengo, elas acreditam que não vão passar pelo que as outras passaram, que com elas a história pode ser diferente”, explica o psicólogo Thiago de Almeida, especializado nas dificuldades do relacionamento amoroso
Para a decepção de muitas, dificilmente uma mulher consegue “consertar” um mulherengo. “Se envolver com esse tipo de homem é roubada. Pode ser bom para uma noite de prazer, uma aventura, mas não tenha expectativa de compromisso”, alerta Paixão. Se a vontade de mudar não partir dele, são poucas as chances de sucesso. Mas se o homem achar que vale a pena se comprometer, há salvação. “É preciso mudar a concepção do que é compromisso para este homem, além de trabalhar o medo da rejeição”, recomenda a psicóloga Milena Frankfurt. [comente]
Agora, mulherengos como Cadinho, que é mais atrapalhado do que mal-intencionado, só em ficção mesmo.
Encontrar um homem que nos desperte o desejo de assumir um compromisso nem sempre é fácil. Mas como a mulher deve agir quando isso acontecer? Nessas horas é preciso tomar atitudes assertivas, e tomar cuidados para não usar os velhos erros na conquista.
A mulher tomar a iniciativa na hora da conquista não é uma atitude antiga, pelo contrário. Por isso, muitos homens não sabem como reagir quando uma mulher se aproxima. Por outro lado, nós moçoilas muitas vezes trocamos os pés pelas mãos e acabamos errando a medida.
O psicólogo especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida, autor do livro "A arte da paquera - Inspirações à realização afetiva" (Editora Letras do Brasil, 2011), afirma que homens e mulheres têm posicionamentos diferentes na hora de seduzir, embora os dois tenham um papel ativo na paquera. "As mulheres podem usar de gestos que incentivam a aproximação do rapaz. Mexer nos cabelos e nos brincos, sorrir e lançar olhares são algumas delas", diz.
Já eles emitem sinais mais claros quando estão interessados. Quando a mulher age da mesma forma, os homens tende a se assustar. "Não é que as mulheres estejam erradas em agir desta maneira, são os homens que se sentem acuados", esclarece Thiago de Almeida. "Os homens tímidos tendem até a gostar demulheres mais atiradas, elas assumem o papel que eles não têm coragem", completa.
É preciso tomar cuidado com comportamentos exagerados. A participante do BBB12 Renata Dávila tem errado muito nesta edição. Após um rápido affair com Jonas, a loira se mostrou completamente apaixonada, porém o Mister disse ter se arrependido dos beijos trocados. A partir daí, a mineira decidiu jogar todo o seu charme para reconquistar o bonitão. Ela tentou danças sensuais, chorou, mostrou carência e tentou convidá-lo para debaixo do edredom. Uma de suas últimas táticas foi a de provocar ciúmes, mas de nada adiantou.
"Esse comportamento errático reflete insegurança. Tentar fazer uma triangulação, provocando ciúmes, faz com que muitos homens a vejam como vulgar", opina Almeida. "Ela tem que ser segura, mas agir com naturalidade. Quem quer vai atrás, se ele tiver interesse vai te procurar", complementa. O psicólogo afirma que quando a mulher cria uma personagem especialmente para seduzir ela não tem força para remover as barreiras criadas depois.
Por Bianca de Souza (MBPress)
Você pode tomar um baita fora ou ser surpreendida com uma voz doce do outro lado. Então, saiba quais são os riscos para tomar a decisão de ligar ou não
É aquela história: você conheceu um gatinho na balada no sábado, rolou aquele clima, vocês ficaram e trocaram telefones. Perfeito, não é? Mas já é segunda-feira e ele não liga. O que fazer? Segundo Thiago de Almeida, psicólogo especialista em dificuldades dos relacionamentos amorosos, a mulher pode até ligar, mas deve saber que está correndo alguns riscos. Isso porque, segundo ele, algmas questões – até biológicas – que envolvem o jogo da conquista entre homens e mulheres falam mais alto neste momento. “É a regra clássica: a natureza detesta vácuo. Se o cara não liga, você vai ligar pra ele. Mas isso nem sempre é bom”, comenta. Com a ajuda do especialista, listamos cinco situações e os riscos que você pode correr ao ligar ou não. Depois, é com você.
1. Sim, ele está esperando pela sua ligaçãoTem cara que já dá a dica: “liga para mim”. Não entendeu a mensagem? Quando ele dá o telefone dele e não pede o seu é sinal verde para que a mulher entre em contato. Ou quando ele avisa você previamente “me liga porque eu não tenho créditos no celular”, é sinal de que você pode ligar com segurança. O caminho está livre e você não vai parecer nem um pouco oferecida.
2. Fique atenta aos sinaisDe acordo com Thiago de Almeida, as mulheres devem estar atenta aos sinais que os homens dão. Nem sempre (ou quase nunca) ele vai ser direto com você. É da natureza masculina a arte da conquista, mas esses conceitos já estão sendo relativizados segundo o especialista. Preste atenção aos recados que o garoto manda. O psicólogo pondera: “se mandou sete recados no Facebook num dia e ele mandou apenas dois, tem algo estranho, não tem? ”. E ele completa: “verificar o interesse amoroso por parte do parceiro já é parte do processo de conquista”. Se passaram alguns dias do primeiro encontro arrisque uma ligação. Ou se você ainda não se sente tão segura, mande uma mensagem divertida ou levemente sedutora no celular e espere a resposta. Além de mais seguro, pode ser um jeito legal de aproximar você do seu pretendente.
3. O melhor ataque é a defesaJá ouviu esse expressão alguma vez? Pois é, essa estratégia vale também para o jogo da conquista. Segundo o especialista em relacionamentos amorosos os homens estão pré-dispostos a fazer o approach, as mulheres estão biologicamente preparadas para receber essa iniciativa e selecionar o que elas querem. Porém, não as regras não são tão claras assim. “Nenhuma parte é passiva no processo da conquista, todos são ativos”. A dica é jogar a sua parte do jogo com eficiência, sem aparentar estar “ativa” no processo. Se você mandou uma mensagem e ele não te respondeu, fique esperta: ele pode não estar tão interessado em você.
4. Mas e se…“E se eu tiver certeza de que ele quer que eu ligue?” Pense de novo. Será que é ele que está tão a fim de você ou será que essa é você tentando se convencer disso? Você mandou mensagem e não recebeu uma resposta, ligou e ele não atendeu. A luz amarela está acesa. Thiago Almeida alerta que, muitas vezes, são as meninas que fantasiam ou idealizam os sinais do garoto quando, na verdade, ele não está demonstrando tanto interesse assim. Nesse caso, cautela.
5. Sai do meu cercadinhoDe acordo com Thiago de Almeida um risco que se corre ao ligar é o garoto achar que você está invadindo o espaço dele. “Esse espaço de interação é regulado de acordo com a intimidade. Não é só físico, é psicológico. Você se sente invadido”, diz ao responder o porquê de, às vezes, os caras se afastarem um pouco. Então fica a dica. Se você ligou, mandou mensagem no celular e até agora nada, alerta vermelho total. A chance de você tomar um fora é grande.
Cartola – Agência de Conteúdo
Especial para o Terra
Foto: Divulgação
Encontrar um homem que nos desperte o desejo de assumir um compromisso nem sempre é fácil. Mas como a mulher deve agir quando isso acontecer? Nessas horas é preciso tomar atitudes assertivas, e tomar cuidados para não usar os velhos erros na conquista.
A mulher tomar a iniciativa na hora da conquista não é uma atitude antiga, pelo contrário,
Por isso, muitos homens não sabem como reagir quando uma mulher se aproxima. Por outro lado, nós moçoilas muitas vezes trocamos os pés pelas mãos e acabamos errando a medida.
O psicólogo especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida, autor do livro "A arte da paquera - Inspirações à realização afetiva" (Editora Letras do Brasil, 2011), afirma que homens e mulheres têm posicionamentos diferentes na hora de seduzir, embora os dois tenham um papel ativo na paquera. "As mulheres podem usar de gestos que incentivam a aproximação do rapaz. Mexer nos cabelos e nos brincos, sorrir e lançar olhares são algumas delas", diz.
Já eles emitem sinais mais claros quando estão interessados. Quando a mulher age da mesma forma, os homens tende a se assustar. "Não é que as mulheres estejam erradas em agir desta maneira, são os homens que se sentem acuados", esclarece Thiago de Almeida. "Os homens tímidos tendem até a gostar de mulheres mais atiradas, elas assumem o papel que eles não têm coragem", completa.
É preciso tomar cuidado com comportamentos exagerados. A participante do BBB12 Renata Dávila tem errado muito nesta edição. Após um rápido affair com Jonas, a loira se mostrou completamente apaixonada, porém o Mister disse ter se arrependido dos beijos trocados. A partir daí, a mineira decidiu jogar todo o seu charme para reconquistar o bonitão. Ela tentou danças sensuais, chorou, mostrou carência e tentou convidá-lo para debaixo do edredom. Uma de suas últimas táticas foi a de provocar ciúmes, mas de nada adiantou.
"Esse comportamento errático reflete insegurança. Tentar fazer uma triangulação, provocando ciúmes, faz com que muitos homens a vejam como vulgar", opina Almeida. "Ela tem que ser segura, mas agir com naturalidade. Quem quer vai atrás, se ele tiver interesse vai te procurar", complementa. O psicólogo afirma que quando a mulher cria uma personagem especialmente para seduzir ela não tem força para remover as barreiras criadas depois.
Por Bianca de Souza (MBPress)
Primeiro beijo é uma das experiência mais lembradas pelas pessoas ao longo da vida
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Unknown |
10:10
Segundo estudo de universidade americana, acontecimento fica marcado na memória
Primeiro beijo é até mais lembrado do que a primeira relação sexual
Foto: Hemínio Nunes
Cada um tem um jeito de descrevê-lo. Em comum, a memória da cena. Segundo cientistas da Universidade do Texas, a experiência do primeiro beijo costuma se instalar como uma das memórias mais vivas que alguém carrega pelo resto da vida.
Segundo Sheril Kirshenbaum, cientista que ajudou a conduzir o estudo e autora do livro The science of kissing, ainda não publicado no Brasil, a experiência é tão marcante que costuma ser mais lembrada até mesmo do que a primeira relação sexual.
Segundo Sheril Kirshenbaum, cientista que ajudou a conduzir o estudo e autora do livro The science of kissing, ainda não publicado no Brasil, a experiência é tão marcante que costuma ser mais lembrada até mesmo do que a primeira relação sexual.
— Durante o primeiro beijo, estamos envolvidos com todos os nossos sentidos. Quanto mais significante e pessoal for a situação, mais fortes serão as nossas memórias — afirma, em entrevista ao Correio Braziliense.
Na pesquisa, Sheril analisou a corrente magnética dos cérebros de 60 homens e 70 mulheres enquanto elas eram expostas a diferentes imagens de pessoas se beijando e tendo relações sexuais. Como resultado, observou-se que, durante as cenas de beijo, as conexões das células nervosas do cérebro ocorriam em maior número, mostrando a maior importância para aquele tipo de experiência aos participantes do estudo.
Nem todos, porém, têm no primeiro beijo a memória mais importante de sua vida. É diferente a maneira como homens e mulheres lidam com a experiência. De acordo com Sheril, apesar de todos guardarem vivo na memória o primeiro beijo, diz que há uma diferença na forma como homens e mulheres costumam se relacionar com a experiência.
— As mulheres, quase sempre, obtêm menos satisfação porque esperam muito do momento — diz a cientista.
Segundo o mestre em comportamento cognitivo Thiago de Almeida, George tem razão quando enxerga o momento vivido com a colega de escola com a entrada na adolescência.
— Trata-se do primeiro contato de intimidade com outra pessoa e pode trazer muita apreensão e expectativa nas fases que o antecedem — afirma o autor do livro A arte da paquera: inspirações à realização afetiva (Letras do Brasil). — Isso tudo pode ser muito fantasiado, principalmente por influências da mídia. Parece ser fácil na televisão, mas na vida real tem uma dose de dificuldade para o adolescente e representa um ritual de passagem e um marco evolutivo psicológico — conclui.
E o excesso de cenas de sexo na televisão ou mesmo pela internet não poderia tirar das novas gerações um pouco da magia desse momento tão marcante? Para a autora do estudo, isso não deve ocorrer.
— Eu não acho que isso esteja sendo perdido. Um beijo entre duas pessoas cria uma conexão especial e fortalece o laço entre elas. É tão significativo hoje quanto tem sido ao longo da história — acredita a cientista Sheril Kirshenbaum.
Recém-solteiro? Saiba como reaprender a paquerar
Depois da separação, chega a hora de procurar um novo parceiro. Veja as dicas de especialistas para reaprender a conquistar
Verônica Mambrini, iG São Paulo | 11/06/2011 07:14
Foto: Getty Images Ampliar
Voltar a paquerar depois de um longo tempo comprometido assusta muita gente
Pode ser um namoro longo. Às vezes, até um casamento. O fato é que, depois de se dedicar a construir uma relação com a mesma pessoa durante muito tempo, voltar a conhecer – e conquistar - novas pessoas pode parecer assustador. Não é incomum que as pessoas se sintam “enferrujadas”, ou achem que perderam o jeito.
“O primeiro passo é aprender a sair sozinho, conviver consigo mesmo e não depender do outro para se sentir bem. A pessoa precisa conseguir ir ao cinema sem ter companhia”, diz Janaína Persch, escritora e professora de cursos sensuais. “As mulheres que fazem o curso me perguntam ‘mas por que eu vou me perfumar para dormir?’ Porque vais dormir contigo mesma!”, diz a professora.
Autoestima faz toda a diferença para quem quer atrair olhares. “Não tem mais espaço para o patinho feito. É preciso ter uma atitude uma erótica, apaixonada”, diz Janaína. O problema é maior para os tímidos, mas, mesmo assim, ela acredita que é uma dificuldade que vale a pena contornar. “O tímido não pode ficar no mundinho dele. Precisa dar um sorriso, um olhar para ajudar o outro a se aproximar.”
Primeiros encontros
Vencida a barreira inicial, o recém-solteiro vai ter outro dilema para resolver: onde e com quem sair. “Com o rompimento, a pessoa percebe que está desatualizada. Tudo é complicado, principalmente para pessoas mais velhas, ou quando os amigos estão casados ou namorando”, diz Daniel Madeira, autor do site Personal Paquera, em que dá dicas e cursos para quem quer melhorar suas “técnicas”. Depois da separação, a pessoa não sabe mais quais são as baladas, barzinhos e pontos de encontro em que vai encontrar pessoas com afinidade, como ir vestida. É preciso se arriscar no desconhecido.
De acordo com Daniel, a maior dificuldade dos homens que fazem seus cursos de paquera é manter a conversa com uma garota e despertar o interesse dela. “É difícil criar uma conexão inicial. A maioria dos homens é bem travada. A conversa parece uma entrevista de emprego. Se a mulher pergunta “você gosta de lasanha?”, ele responde ‘sim’, e acaba. É um piloto automático que precisa aprender a quebrar. Ensinamos a dar ganchos na pergunta”, diz Daniel.
Outra técnica é adestrar o olhar: identificar pessoas interessantes, fazer contato e abordá-las. “A paquera é onipresente. Pode rolar numa fila de supermercado ou num avião. Os sinais verbais e não-verbais da paquera podem render três respostas: positiva, em que a pessoa aceita; negativa, rechaçando o sinal de investimento amoroso, ou de forma ambígua, quando ela não entende o sinal enviado”, diz Thiago de Almeida, psicólogo especializado em relações amorosas. “Para saber se ela está pendendo para o positivo ou negativo, a gente emite mais um sinal parecido e vê a reação”, afirma. Thiago acaba de lançar o livro “A Arte da paquera” (editora Letras do Brasil), em que se aliou a Daniel Madeira para fazer um livro esmiuçando os meandros da sedução.
Para fazer sucesso, Thiago também levanta fatores como a proporção de homens e mulheres, por exemplo. “É claro que, dependendo do local, os investimentos surtem maior efeito”, afirma. Outra dica é viajar. “Para quem terminou um relacionamento de médio e longo prazo, o melhor remédio é viajar, ficar duas ou três semanas em um lugar novo. A pessoa volta com assunto para conversas, ocupa a mente, está mais calma”, garante Daniel.
Para a fila não andar
E se o interesse já parece ser recíproco, mas mesmo assim você está? “O segredo é, logo que conhecer alguém ou começar a sair com a pessoa, trabalhar a ansiedade”, diz Janaína. “As pessoas têm medo de se decepcionar. De o outro não telefonar no dia seguinte, de não corresponder às expectativas. A gente tem que ser seletivo, mas ninguém tem bola de cristal. É preciso dar oportunidades”, diz a professora. Em outras palavras, não vale a pena se martirizar pensando nisso, ainda mais logo depois de sair de um relacionamento. Que seja infinito enquanto dure.
“O caminho é não inventar muita artimanha e tomar a iniciativa sem ser agressivo”, diz. A única ressalva: “No inicio, um cuidado é evitar falar de relacionamentos passados.”
Janaína acredita em encontros mais clássicos: marcar um café, um jantar ou um cinema, por exemplo. “Mas se a pessoa está interessada na outra, ela pode reunir um grupo maior. No meio de um grupo de amigos, é mais fácil se aproximar.” Isso ajuda muito a ganhar a confiança da pessoa. “Como a gente nos primeiros contatos não tem muita referência, e sabe que o outro está vendendo o peixe dele, uma pessoa neutra verifica a credibilidade desse parceiro social”, diz Thiago de Almeida.
Daniel reforça a importância de causar uma boa impressão. “Às vezes, no segundo encontro, a mulher cai fora. Como evitar esse remorso? É legal ele marcar a garota, carimbar emocionalmente”, recomenda. Para isso, as dicas são escolher com cuidado o lugar em que vão se encontrar, de preferência um local em que possam se sentar próximos. “Ele tem que reconquistar a menina, passar confiança e segurança, para ela se sentir confortável.”
E, se não der certo, tudo bem. “Não pode levar rejeição como algo pessoal, nem começar a achar que é cheio de defeitos. Nada de criar desculpas para justificar.”
Por outro lado, a cada encontro que dá certo, a chance de haver um próximo aumenta, por uma razão simples: o ser humano tende a não gostar de mudanças. “Quanto mais tempo a pessoa se vincula, mais se fortalecem os laços. O ser humano detesta conflitos. Muitas vezes, vai ficando mais difícil de dizer um não”, diz Thiago. Em outras palavras, aumenta a probabilidade de ficarem juntos, ainda que não haja nenhuma garantia. Para não sofrer de ansiedade com isso, o psicólogo pega emprestado o mote dos poetas arcadistas, o “carpe diem”, que recomenda que se aproveite o dia. Ao ditado, Thiago acrescenta: e também a noite.
Boletim da Paquera VI: Por que os homens se sentem mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas?
Postado por
Unknown |
17:07
Muitas pacientes acorrem ao meu consultório com esta questão acima. Então gostaria de dizer a todas vocês que compartilham da mesma dúvida que, de fato, os homens se sentem mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas. Abaixo o papel do provedor estabelecido por algum ancestral de 6000 anos atrás. Certamente, nós homens nos sentimos mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas pelo fato de vocês serem maduras independentemente da idade cronológica. Nós homens nos sentimos mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas pelo fato de vocês não ficarem se lamentando, por cheirarem à aventura e ao dinamismo que condena a mesmisse. Nós homens nos sentimos mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas por não ficarem ofendidas facilmente, por terem personalidade, ao contrário das mulheres confiantes, mas que manipulam sua fragilidade para poderem ganhar a atenção masculina. Nós homens nos sentimos mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas e que não fiquem reclamando da vida toda a hora, pelo fato desse segundo grupo de mulheres ser, em médio, ou em longo prazo consideradas como mais grudentas. Nós homens nos sentimos mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas, pois, sabemos que uma mulher que gosta de si mesma, vai se respeitar mais, e não vai tolerar qualquer porcaria na vida dela. Nós homens nos sentimos mais atraídos por mulheres confiantes, que gostam de si mesmas, pois verificamos em nossos relacionamentos que vocês, mulheres confiantes, costumam ter opiniões fortes e bem definidas, o que dá um tempero melhor no relacionamento, ainda mais quando um de nós está em dúvida sobre que filme ver, e vocês, mulheres confiantes, falam na lata o que quer ver. É uma questão de ter atitude. Vejo cada vez mais que os homens, pelo menos os mais velhos, olham mais para o conteúdo do bombom, do que para a embalagem dele. Certamente, pessoas confiantes, sejamos nós homens ou vocês amadas mulheres confiantes, são mais agradáveis do que gente dependente. Mas há os que gostam muito das dependentes porque podem manipulá-las ou mandar nelas. Logo, pessoas confiantes sabem onde se situar, como falar e como ter boa autoestima.
(Acompanhe o próximo boletim da paquera aqui neste blog. Adquira também o livro: A arte da paquera: inspirações à realização afetiva. - Letras do Brasil Adquira já o teu exemplar)
O corpo fala e os olhares furtivos são os maiores indícios. O corpo posicionado como se estivesse em direção da pessoa entrega. No caso de mulheres, o jogo sensual com o cabelo é um indicativo muito comum. Tente ler nas entrelinhas das atitudes da pessoa e logo estarão num belo papo ou com troca de contatos. Veja o que você faz quando está interessado(a) em alguém, e tente perceber esses movimentos nessa pessoa. Se os olhares são intensos, então já é um sinal de que ela está interessada sim. Logo, a troca de olhares deve ser correspondida. O próximo passo é tentar se aproximar puxando assuntos. Vire amigo dela. Para os tímidos, a ferramenta infalível a que devem recorrer é a internet ou os torpedos. Através de mensagens pelo celular ou conversas por MSN, Orkut ou e-mail a aproximação desejada será imediata. É importante também saber identificar as possibilidades de interesse recíproco ao dar indiretas para alguém. Saber ler as reações do outro é meio caminho andado para se dar bem na paquera. Ocorre que por este caminho há muitas armadilhas. Uma pessoa extrovertida, por exemplo, pode passar a sensação de ser um potencial parceiro afetivo, sexual ou afetivossexual, quando na verdade não é.
Somos seduzidos em todos os lugares da vida nos quais interagimos com alguém. Em se tratando de sedução, devemos saber que todos temos pontos fracos. Portanto, o segredo é investir no maior número de frentes possíveis e de modo adequado para conseguir seus objetivos. Dessa forma, o processo de verificação diminui a ambiguidade na leitura dos comportamentos emitidos por diferentes pessoas.
É importante que você reconheça pelo menos alguns dos sinais pró-paquera, ou seja, sinais positivos de que há uma grande probabilidade que a outra pessoa está interessada em você também. Confira a lista a seguir, antes de tomar a iniciativa de investir na paquera.
Ele (a) o (a) olha nos olhos por mais de três segundos, quase se oferecendo.
Ela (e) não deixa que a distância entre vocês seja superior a metros, e também faz de tudo para não o (a) perder de vista.
Numa roda, ela (e) capricha nos elogios que são dirigidos a você.
Ela (e) reage ativamente ao que você está dizendo (mesmo se for para falar um simples “hã-hã”).
Sorri e ri muito mais do que o habitual para você ou quando está junto com você.
Fala coisas que vocês poderiam fazer juntos.
Deixa escapar que está sem planos para o fim de semana, numa tentativa de ser convidada (o).
Faz várias perguntas pessoais.
Comenta que já o (a) havia notado antes, em algum lugar, mas sem dar muita atenção. Tenta ser natural.
Ela (e) não permite que os intervalos de silêncio ultrapassem mais de três segundos durante a conversa. Puxa logo outro assunto.
Ela (e) é prestativa aos assuntos referentes ao seu trabalho e escola.
Ela (e) dá mais informação sobre si mesma (o) do que você havia perguntado.
Inclina o corpo para frente (num ângulo agudo menor de 90 graus) e se posiciona sempre diante de você. Faz questão que a (o) veja.
De alguma maneira ela (e) procura tocar em você enquanto fala, tentando ser íntima (o).
A (o) amiga(o) dela(e) vai ao banheiro mais ela (e) fica (já viu uma mulher não acompanhar a outra no banheiro).
Dirige a linguagem corporal em sua direção.
Quando você segura a mão dela (e) por algum motivo qualquer, ela (e) segura a sua mão de volta.
Temos de reconhecer também indicadores de desinteresse por parte da outra pessoa. Isso nos ajudará a não quebrar a cara lá na frente. Veja alguns:
Ela evita contato visual com você.
Evita ainda suas chamadas telefônicas (deixa o celular desligado, não atende quando é você que liga; atende você rapidamente ou rispidamente, pede para a mãe dizer que ela não está ou que está estudando).
Não contribui para a conversa continuar.
Inclina-se para longe, para outras pessoas.
Anda se afastando, como se o foco dela não fosse você.
Não aceita os seus convites, como cinema, teatro, passeio no shopping.
E pare de inventar desculpas para si mesmo(a) e perder suas noites de sono a espera de um telefonema que não virá, como podemos citar:
· Talvez ele queira ir mais devagar na relação;
· Talvez ele (a) esteja trabalhando muito e, portanto, esteja ocupado(a) demais para me retornar as ligações;
· Talvez eu o (a) assuste;
· Talvez ele (a) não queira estragar a nossa amizade;
· Talvez seja assim que devia ser;
· Mas, ele (a) acabou de sair de um relacionamento;
· Ele(a) me disse que tem medo de sofrer de novo;
· Dizer a si mesma: ‘mas ele (a) sente falta de mim’ ou ainda: ‘Eu gosto dele (a) assim’ e a melhor de todas: ‘mas ele (a) é uma pessoa muito boa’;
Se ele(a) quiser encontrá-lo (a), dará um jeito. Terá a iniciativa do contato. Se não acontecer isso invista a partir das estratégias que compartilhamos com você. Se não surtir o efeito esperado lembre-se: pelo menos, 3,5 bilhões de pessoa estão a sua espera e a fila anda.
(Acompanhe o próximo boletim da paquera aqui neste blog. Adquira também o livro: A arte da paquera: inspirações à realização afetiva. - Letras do Brasil Adquira já o teu exemplar)
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