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Nada de pressa
Na maioria das vezes uma separação é muito traumática para os filhos e os tornam mais vulneráveis, mesmo quando em idade avançada. O ideal é que o segundo casamento não seja apressado. “Quando uma relação evolui rapidamente e o casal vai logo morar junto, não dá tempo para os parceiros conhecerem as diferenças um do outro, muito menos para as crianças se adaptarem à nova configuração familiar. Os ‘novos irmãos’ precisam aprender a conviver, a se gostar e se respeitar, e isso leva um tempo”.
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Enteado não é filho
O novo casal deve ter em mente que os filhos do parceiro não são seus. “A educação dos filhos é de responsabilidade dos pais. O padrasto ou madrasta não devem interferir diretamente na relação do parceiro com o filho, somente dar apoio, que só aconselha tal interferência quando a criança mora junto com o novo casal. “Os filhos dos dois lados têm costumes e culturas oriundos do antigo lar. É fundamental respeitar os antigos e gradativamente introduzir os novos”.
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Regras de convivência
É preciso criar regras de convivência no inicio da formação da nova família, para garantir o bem estar a todos. “O casal deve evitar discutir ou brigar em relação a essas normas na frente das crianças, pois isso faz com que eles percam força perante os pequenos. Os companheiros devem respeitar a autoridade um do o outro”.
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Diálogo com os pequenos
O bom e velho diálogo é sempre a melhor maneira de ajudar as crianças a lidarem com as mudanças. “Os pais devem procurar entender e ouvir com cuidado as preocupações dos filhos, que são genuínas. Na maioria das vezes, sentem-se amedrontados e inseguros diante da nova situação. É inteligente usar o bom humor para lidar com situações que envolvem o ciúme”. Reserve a hora do jantar para ficar juntos, pois é uma ótima oportunidade dos pais conversarem com os pequenos.
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Respeito acima de tudo
Os pequenos precisam ser respeitados para saber respeitar. “Criança é muito esperta. Se ela perceber que o novo companheiro da mãe não se interessa por ela, irá rejeitá-lo. Ela precisa ser conquistada e ganhar a confiança e o respeito do adulto”.Além disso, os pais devem estimular a amizade entre os filhos (de sangue ou não) e evitar criar situações que reforcem a rivalidade, a competição, entre eles.

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