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Em 2050, as prostitutas estarão tão ultrapassadas como as máquinas de escrever estão nos dias atuais. Cientistas da Victoria University of Wellington, Nova Zelândia, acreditam que os robôs irão satisfazer as vontades masculinas no futuro.
“Robôs sexuais são inevitáveis. Na verdade, eles já existem. A sociedade sempre teve relações com as máquinas e isso continuará a aumentar com cada vez mais tecnologia”, acreditam os cientistas Michelle Mars e Ian Yeoman.
Os pesquisadores imaginaram como seria Amsterdam em 2050. Criaram a ideia de um bordel chamado “Yub-Yum”, no qual o cliente poderia contratar os serviços de massagem, dança erótica e sexo de um robô. O preço – prevendo a inflação do período – seria de 10 mil euros.
A vantagem do uso das prostibots (i-puta, prostibô ou robuta, já que não há termo definido ainda) seria óbvia: não haveria doenças sexualmente transmissíveis, uma vez que o material usado seria antibacteriano.
O protótipo deste futuro citado pelas pesquisadoras é a boneca “US Roxxxy”. Custa até US$ 9 mil e vem com algumas personalidades programadas. Você pode escolher entre Frígida Farrah e a Experiente Marta. Se você toca a mão da primeira, ela diz: “o que você fará com esta mão?”. Enquanto a segunda irá estimular: “Eu adoro segurar mãos”. É possível criar uma personalidade única e compartilhá-la com seus amigos no Facebook.
Seguindo a lógica proposta por Michelle e Ian, é possível imaginar o impacto linguístico de uma prostituta robô.  A expressão “filho da puta” seria anacrônica. Quem usasse o termo seria alvo de um olhar suspeito, tal qual acontece hoje com quem diz “broto” e “é uma brasa, mora?”. Ainda não está claro como as prostibots fariam para atender em hotéis de luxo.

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