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Um novo estudo reforça as ideias de Sigmund Freud e seu Complexo de Édipo – que, na versão feminina, também pode ser chamado de Complexo de Electra. A descoberta de que as fêmeas realmente tendem a preferir parceiros que se assemelham fisicamente a seus pais pode fazer com que o velho ditado de que “as mulheres se casam seus pais” também seja verdade. No estudo, publicado na revista Evolution, os pesquisadores usaram um modelo de computador para mostrar que os animais que procuram por parceiros com traços físicos de seus pais tendem a ter mais filhos do que aqueles sem a preferência paterna. “Porque um pai foi, por definição, bem sucedido no jogo do acasalamento, procurar machos com características semelhantes é uma boa estratégia para encontrar bons parceiros”, explica Tucker Gilman, biólogo evolucionista da Universidade de Manchester (Inglaterra) e co-autor do estudo. “A ideia é que, se uma fêmea tem uma estratégia de base genética que a faz procurar por companheiros que são semelhantes ao seu pai, então ela possui a vantagem de ser mais capaz de escolher genes mais apropriados”. PREFERÊNCIA GENÉTICA O modelo, entretanto, pode não necessariamente se aplicar para o acasalamento humano, embora algumas pesquisas tenham sugerido que os seres humanos escolhem os parceiros de uma forma semelhante a outros animais. Os cientistas sabem há muito tempo que os animais muitas vezes moldam suas preferências sexuais com base no comportamento de animais que observaram na infância, um processo conhecido como imprinting sexual. Por exemplo, aves pequenas que viram um pássaro com penas coloridas presas às suas cabeças em um estudo buscaram por esse visual em potenciais parceiros quando, cresceram mesmo que na verdade essas penas coloridas não existam na natureza. Algumas espécies de peixe e de aranha também mostram evidências de imprinting sexual. Há uma grande discussão entre os biólogos se os seres humanos também apresentam essa característica ou não. De acordo com algumas pesquisas recentes, sim: algumas apontaram que as mulheres gostam de homens que se parecem com o seu pai e os homens preferem mulheres que se assemelham à sua mãe. Gilman e diversos alunos do ensino médio desenvolveram um modelo em laboratório no qual vários organismos escolheram companheiros sexuais. Algumas fêmeas tinham genes que as levaram a preferir companheiros que tinham certos traços físicos de seu pai, enquanto outras tinham pouca (ou nenhuma) preferência desse tipo. Em seguida, a equipe deixou os organismos simulados “se reproduzirem” por milhões de gerações. Como resultado, eles descobriram que as fêmeas com fortes preferências paternas tendem a superar as que não preferem indivíduos parecidos com seus pais. Com o tempo, uma forte preferência por “sósias” do pai surgiu na população. O estudo, no entanto, não menciona a preferência dos machos por fêmeas similares à sua mãe, o caso trágico de Édipo. As atenções se voltaram apenas às fêmeas. PAIS: CASOS DE SUCESSO “Escolher alguém que se parece com o pai é provavelmente uma boa estratégia, porque os pais têm um histórico comprovado: eles, no mínimo, acasalaram com sucesso uma vez, o que já é mais do que muitos homens de uma determinada população”, explica Gilman. Quanto maior a semelhança física entre dois animais são, maior a probabilidade de eles possuírem os mesmos genes. A procura de semelhanças físicas em comparação com pais poderia, portanto, fornecer um atalho para a escolha de companheiros de qualidade. “Os resultados são consistentes com trabalhos anteriores”, afirma Maria Servedio, bióloga evolucionista da Universidade da Carolina do Norte (EUA) – que não esteve envolvida no estudo. Servedio chegou a resultados semelhantes utilizando uma versão mais simples do modelo. “Ainda assim, testar o modelo na natureza seria difícil”, completa. Comprovar que este imprinting sexual também funciona no caso de seres humanos seria ainda mais complicado. “Sabemos que, em muitos casos, a forma como escolhemos companheiros é similar à maneira como a qual os animais fazem essa escolha”, diz Gilman. “Agora, se eventualmente nós também compartilhamos dessa forma de impriminting sexual, é uma grande questão em aberto”. [LiveScience]

Os viajantes do tempo deixaram evidências em diferentes lugares da Terra, alguns céticos não acreditam que estas evidências sejam para uma explicação aceitável sob suas convicções. A viagem no tempo atualmente não seria possível, embora algumas teorias científicas são de que um dia poderia se realizado tal proeza. Mas as evidências de viajantes do tempo que tem sido encontradas no meio arqueológico continuam sendo de difícil explicação, e muitas vezes a ciência esconde ou finge não está dando muita importância, de modo a esconder muitos fatos.
Os enigmas e mistérios que têm tratado a questão dos viajantes do tempo sempre causam discordâncias entre os meios de estudos. Por isso é um tema muito interessante, porque há realmente um monte de objetos chamados de "Ooparts", que são objetos ou marcas que não podem pertencer a época em que são datados. São uma clara evidência de que os humanos caminharam quando a ciência não poderia existir ou até mesmo a espécie humana. Irei mostrar algumas provas que sustentam a teoria de viajantes no tempo. Lembrando que muitas delas não se tem muita repercussão na mídia, pois como já foi comentado, exigem sigilo quando se trata de tais evidências. As melhores provas da existência de viajantes do tempo podem ser encontrada em pegadas ou trilhas deixadas em lugares que pertencem a uma época em que quase todo mundo iria concordar que nenhum ser humano poderia ter as deixado.
Uma marca de sapato foi descoberta em 2002 por James Snyder, uma pessoa que vive na base de uma montanha em uma floresta de Cleveland, EUA, e sempre teve uma vida bastante tranquila até que um dia, em 2002, descobriu uma pegada fossilizada no granito da montanha na parte de trás de sua casa. De acordo com a análise na pegada que foi impressa e incorporada no granito, os peritos observaram que a marca pode ser de cerca de 1 bilhão de anos. No mês de agosto de 1882, H.W. Harkness é citado pela revista Proceedings, da Academia de Ciências da Califórnia, com a descoberta de um conjunto pegadas que aparentemente tinham sola de sapato diferente.
No registro, o professor indica que as pegadas são do período Plioceno, estimando que as pegadas poderiam ter uma idade de cerca de 1,8 milhões de anos. Acrescentando que a distância de uma pisada a outra indica a altura dos indivíduos entre 1,70 e 2,00 metros de altura.
O New York Times informou em 1938 a descoberta de pegadas em Kentucky, Estados Unidos. Pegadas humanas fossilizadas no arenito que marcaram no período Permiano, abrangendo 310-290 milhões de anos atrás, numa época em que a ciência afirma não existirem humanos.
O paleontólogo Jerry MacDonald em 1987 encontrou uma variedade de pegadas de animais e de pássaros que datavam do período Permiano, entre as quais foram encontradas pegadas humanas. Analisados, sua idade varia entre 290 e 245 milhões de anos, muitos milhões de anos antes de existirem pássaros, tipos de animais, muito menos humanos. FONTE: TEORIAALIEN.BLOGSPOT.COM.BR

Como Conquistar um Homem