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Leitores! Percebam a seriedade dessas coisas! Prestem muita atenção! Nós passamos a maior parte do tempo juntos. Não: nós passamos todo o tempo juntos. Quer queiramos, quer não: nós e eles; eles e nós. Muito antes de conhecê-las, nós os conhecemos. Não é nem exagero dizer que 'vivemos grudados' uns nos outros! Pois é, falo dos nossos tão falados falos! Nossos amigos cá embaixo, muitas vezes temperamentais, egocêntricos e, paradoxalmente, frágeis... Por que não? Temos muitas histórias! Histórias partilhadas desde cedo! Qual de vossos parceiros, por exemplo, não se lembra das velhas tardes juvenis, em que as nossas mamães esmurravam as portas e venezianas dos banheiros nublados de vapores e sacanagem?! Ãh!? Perguntem pra eles! Supostamente preocupadas com as contas de água e luz, exigiam rapidez quando rapidez era impossível. Sim, impossível. Impossível porque estávamos justamente nos conhecendo. Nós e eles. Eles e nós. Em contato constante, estabelecendo um pacto de confiança. Sim! E ficou combinado que assim que os nossos sentidos captassem vossos excitantes estímulos, eles, lá embaixo, deveriam reagir. Sim! Manifestar imediatamente seu regozijo (ou 'rigor rijo', se preferirem), erguer-se pra dizer a que vieram. Muitas vezes passam-se anos e anos de farras sem transpiração de dúvida. Nossa relação com eles vai às mil maravilhas. Sempre que requisitados, estimulados, manipulados, apertados, acolhidos, beijados, babados, mordidos etc., eles se apresentaram com rapidez, prontidão e interesse. Mas... eis que um dia... de repente... não mais que de repente... Bye, bye, ele desiste. Sim, é quase inexplicável, mas ele desiste. É um duro golpe (ou o contrário, como queiram). Péssimos momentos... Como ser desligado da tomada, perder o fio e a meada, privar-se do melhor. E também precisamos confessar: muito raramente vocês têm a ver com isso. É da nossa relação com ele lá embaixo, percebem? Não fiquem com ciúmes e nem sintam-se rejeitadas, por favor! Diante de um fato de tamanha gravidade, sugiro-lhes aproximarem-se deles e sussurrar-lhes aos ouvidos inexistentes: 'Tudo bem, mas amanhã você não me escapa!'. Bom humor, gente. O resto se arranja. Não nos deixem sós!



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