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Por mais que o casal tente agir como se nada estivesse acontecendo e faça de conta de que está tudo bem, qualquer motivo dispara o gatilho dos conflitos, discussões e brigas.
Se um dos parceiros der um simples suspiro, o outro já interpreta errado.
Um dos primeiros sintomas de que o fim pode estar próximo é quando um dos dois (ou ambos) já não sente confiança no outro, em si mesmo, e no próprio relacionamento.
“Confiança, respeito e compromisso somados geram respeito”, diz Mônica Levi. “No momento em que este tripé é rompido, leva junto as possibilidades de um diálogo aberto e direto.
Fica aberto o caminho para o desrespeito às emoções, necessidades e desejos do parceiro, podendo-se chegar às agressões verbais e físicas.
Se isso aconteceu e o casal permitiu, é sinal de que a relação começou está se desmoronando, ou já virou pó.
Fique atento e observe o que pode estar acontecendo entre vocês.
Veja, a seguir, se identifica alguns desses sinais na sua relação. São alertas do que pode surgir quando não a confiança é rompida.

 O que pode surgir depois da quebra da confiança...

Indiferença: se a conversa de um já não interessa ao outro, mau sinal. Pior ainda quando as conversas começam a ficar monossilábicas e se limitam a temas como despesas, trabalho ou brigas! Quando a indiferença toma conta do comportamento em geral, significa que a situação está mesmo complicada. Muitos casais se encontram pouco e quando estão juntos, nem prestam atenção no parceiro.
Cuidado: quando a pessoa se sente desprestigiada, se torna vulnerável a quem a trate melhor e faça com se sinta especial.

Agressividade: discussões e brigas são coisas que acontecem. O que precisa ser avaliado é a frequência com que ocorrem conflitos e, mais do que isso, como eles se desenrolam. Se as brigas abrem espaço para agressões, preste atenção: uma ofensa abre espaço para outra e a tendência é gerar mágoas difíceis de serem curadas.
Cuidado: a violência verbal pode passar para a agressão física e a relação fica perigosa e impossível. Nesses casos, o afastamento entre o casal deve ser imediato para interromper a violência. Em muitos casos, a pessoa agredida deve fazer uma denúncia.

Tentativa de manipulação: o desrespeito pode levar um parceiro a querer sua vontade ao outro. Quando a manipulação entre em cena um dos dois deixa a liberdade de lado permitindo que a manipulação detone com sua autoestima. Um dos parceiros impõe limites ao outro, dizendo o que ele pode e não pode fazer.
Cuidado:  cuidado, não há chefes ou suboordinados em uma relação saudável. Viver vigiando, ou sendo vigiado é sinal de insegurança patológica. A relação se torna tão doente que a separação é a opção pela saúde. O melhor é que ambos procurem, fora do relacionamento, uma vida afetiva mais leve e fácil de ser levada.

Competição: se o antigo companheirismo se transformou em competição, significa que os parceiros deixaram de se amar e permanecem juntos por comodismo ou oportunismo. Ou por alguma necessidade neurótica de provar que é melhor do que o outro.
Cuidado: o parceiro que compete com seu par é um inimigo em potencial e pode causar problemas. Isso sem falar na falta de motivação, na queda da auto-estima e e na agressividade que esse tipo de comportamento costuma exacerbar. Onde há comparações e competição não há lugar para o amor.

Desinteresse sexual: claro que todas as pessoas passam por fases em que o sexo não é prioridade e há diminuição do desejo sexual. Falta de tesão nem sempre significa o fim da relação ou do amor. Mas se o desejo sexual existir em relação a outras pessoas é melhor analisar a situação. Fica complicado manter uma relação amorosa se não existir atração sexual.
Cuidado: ou você fingirá que sente o que não sente, ou acabará transformando seu parceiro em “parente”. Com isso, terá que anular sua libido ou resolvê-la na rua, na base da infidelidade.



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