A ruptura pode enfraquecer um pouco o coração no curto prazo, mas ficar em uma relação ruim seria pior.
Seja você quem deu ou recebeu o fora, o cenário é arrasador. Você pode se sentir triste, aliviada, anestesiada, liberta ou doente. Ou tudo ao mesmo tempo. A conexão entre a dor emocional e a física é verdadeira. A depressão também pode se instaurar.
“Não pode ser verdade.” A frase martela em sua cabeça no primeiro estágio da dor: a negação. Corpo e cérebro estão em um estado similar ao de uma doença mental, enquanto você emerge de uma situação dominada por pensamentos como “Eu tinha certeza de que ele era o homem da minha vida”, “O que fazer com o apartamento que nós compramos?” e “Sempre desconfiei daquela vaca”. Nos primeiros dias, você responde a um trauma.
“Não é o momento de refletir sobre a separação e as lições que deve tirar dela”
Emocionalmente você está em um estágio obsessivo: só pensa nas bobagens que fez (ou que acha que fez) e tem certeza de estar condenada a viver eternamente só — afinal, acabou de se desligar do último homem decente e disponível entre os 3 bilhões que circulam pelo planeta.
Conte aos amigos o que está acontecendo para que possam ficar de olho em você. E nem pense em seguir o ex — é claro que estou falando do Facebook, do Twitter e dos encontros ao “acaso” em uma festa, e não de perseguições que rendem problemas com a Justiça.
Existe beleza nos rompimentos: “As pessoas não percebem, até terminar o romance, em quanto stress estavam mergulhadas por viver uma relação que não funcionava. Rupturas levam a um crescimento pessoal”. Ainda é cedo para perceber, mas agora você tem carta branca para moldar sua vida do jeito que queria. “É a chance para investir mais em si própria”.

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