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O assunto é polêmico, já escrevi no e-mail particular de nossa Presidenta Dilma com as consequências da liberação da Pilula do Dia Seguinte(PDS), nem resposta obtive, gostaria muito que fosse obrigatória e compra da PDS com receita médica.Desta maneira forçaria às meninas a procurarem um Ginecologista para uma melhor instrução. Já recebi até o momento mais de 1.000 comentários sobre garotas que transam e usam a PDS como método anticonceptivo. 
Tire um tempinho e dê uma espiada nos comentários destas postagens: 

VOCÊ SABE QUANDO A MULHER PERDE A VIRGINDADE?
O LÍQUIDO LUBRIFICANTE DO HOMEM ENGRAVIDA?

A falta de dinheiro para consultas, a vergonha em procurar um ginecologista e assumir uma vida sexualmente ativa, e mesmo o medo de que as pílulas, que precisam ser ingeridas diariamente, sejam descobertas pelos pais, faz com que as garotas optem pela pílula do dia seguinte.
Muitas garotas vêm fazendo um uso indiscriminado da pílula do dia seguinte. O risco de engravidar é mais “possível”, na cabeça dos jovens, do que o de contrair DSTs. Assim, como muitos não usam preservativos nem pílulas anticoncepcionais, tomar a pílula do dia seguinte após relações sexuais acaba sendo a solução para evitar a gravidez. Por que isso ocorre, e quais as consequências do uso indiscriminado desse método?

O método pode ser eficaz, porém não é o ideal, pois pode evitar a gestação, mas não umadoença sexualmente transmissível (DST), por exemplo.
A pílula se usada sem controle e for substituída pelo comprimido anticoncepcional, como muitas mulheres fazem, pode aumentar o risco ao câncer de colo de útero. Em alguns casos, as mulheres que usam a pílula excessivamente podem sofrer de trombose e embolia pulmonar, por conta da grande quantidade de hormônios que causa além desses problemas de saúde, complicações para quando a mulher programar uma gravidez.
O uso da pílula em excesso pode fazer com que a PDS perca a eficácia e causar sim uma gravidez, e o pior, uma gravidez nas trompas. 

Desinformadas sobre as conseqüências do uso indevido, as mulheres tomam essa pílula mais de uma vez por mês, sujeitando-se a graves alterações hormonais, vômitos, dores de cabeça, inchaços, mal-estar... Além disso, a pílula do dia seguinte concentra em uma única dose (duas pílulas ingeridas com intervalo de doze horas) todo o hormônio contido numa cartela de 21 pílulas anticoncepcionais. As sucessivas cargas extras de hormônio desregulam o controle da menstruação, e seus efeitos colaterais ainda não são completamente conhecidos, por se tratar de um método recente. 

Para evitar o uso indevido da pílula do dia seguinte, bem como o risco de DSTs, é preciso que informação e conscientização sejam feitas simultaneamente, e que a possibilidade de se prevenir esteja ao alcance de todos. Também entre o casal deve haver abertura para o diálogo e a discussão da vida sexual. “Não há regras gerais sobre como proceder durante a negociação da prática sexual segura, mas é importante que a garota recuse a postura passiva de não usar camisinha só porque o parceiro não quer. O ideal é aliar o uso de anticoncepcionais com o preservativo, para evitar DSTs e gravidez. Porque a verdadeira prova de amor é pensar sobretudo num relacionamento saudável para o casal, e não no prazer individual que coloca ambos em risco”.  

Portanto, se as situação continuar da maneira que está, daqui à alguns anos, o Brasil vai estar pedindo socorro, e muitas garotas virando mulheres  não poderão ser mais mães. 






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