Hoje estava lendo na Folha Universal uma notícia que além de me chamar atenção me fez refletir sobre um assunto que já se tornou um clichê, tabu, mito, que muitos não acreditam e outros dizem ser uma instiuição falida - o amor que leva ao casamento.
"O governo da França autorizou a jovem Caroline Monet a se casar de forma póstuma com o cabo Abel Chennouf, um dos militares que foram mortos pelo "atirador de Toulouse", na cidade de Montauban, no dia 11 de março. Segundo o advogado da família, esse procedimento se baseia em um artigo do Código Civil daquele país, que prevê a celebração de um casamento se um dos futuros noivos tiver sido morto após autorizar todas as formalidades oficiais em vida. O casal planejava se casar em breve."
Esse é só um pedaço da notícia publicada no jornal dessa semana. O casamento póstumo como explica a notícia é concedido na França quando um dos noivos após ter sido morto no exercício de suas funções militares, mas já ter autorizado todo acerca do casamento poder se casar, mesmo morto.
Fiquei chocada com a notícia, além do mais, sua namorada e agora viúva, Caroline Monet esta grávida.
Isso só me faz pensar que o amor ainda existe, forte e verdadeiro, como sempre existiu.
Minha mãe, vendo meu choque, me perguntou: "Você casaria?" Minha resposta foi imediata e sem hesitação: "Não só me casaria como ficaria viúva para sempre."
Sei que é fácil falar, mas carrego dentro de mim essa certeza. Existe espécies de animais que mesmo após a morte de sua companheira ou companheiro permanece fiel, não conseguindo viver ou acasalar com mais ninguém. Eles, seres irracionais, tem essa consciência de fidelidade, porque nós seres humanos não podemos ter?
Ainda há motivos suficientes para assumir um compromisso pra vida inteira, casamento não é uma instituição falida, o amor contínuo e verdadeiro é real. Por mais que isso seja tão raro hoje em dia, eu ainda acredito e irei acreditar para sempre, em um amor que vence o mundo.
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